Saúde

Quem vos escreve sou eu, uma ex-sedentária

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Estou quase a fazer quatro meses desde que me inscrevi e passei a frequentar um ginásio. Nas primeiras semanas, ia todos os dias de manhã mas, à medida que o tempo foi passando, cheguei à conclusão que o meu corpo habitua-se melhor à actividade física durante a tarde e 3 a 4 vezes por semana. Quem sabe um dia ainda mudo isto e começo a ser assídua todos os dias na academia. Contudo, para quem praticava zero de actividade física, sou uma vencedora. As minhas avaliações têm sido bastante positivas, os centímetros vão diminuindo e a percentagem de gordura corporal, também. Mas o peso... esse continua a (quase) frustrar-me. Perdi 24/25kg em 10 meses e pouco de luta diária com a reeducação alimentar (que é algo totalmente diferente de dietas! Odeio dietas) e queria atingir a meta de -30kg num ano. Já sei que isso dificilmente vai acontecer mas, o importante, é não parar.

A minha respiração está bem melhor e canso-me menos. Tenho mais energia, mais força e melhor disposição. Ainda não posso dizer que sou ex-gorda (nem acho que um dia direi pois não me conheço de outro jeito) mas posso dizer, sim, que sou ex-sedentária. Praticar actividades de cardio e musculação requer força de vontade e muito, muito foco mas os benefícios são visíveis. Primeiro estranha-se mas depois entranha-se e se eu não vou ao ginásio nos dias que estipulo para ir, além de me bater um peso na consciência, fico a sentir-me de um jeito tal que preciso de fazer nem que seja umas flexões ou uns abdominais em casa para me fazer sentir que "cumpri o meu dever de hoje"... até porque o mau treino é só aquele que não é feito. 

Se podia fazer o treino em casa, exercícios em casa? Podia sim. Mas custa muito mais. A preguiça vence muitas mais vezes. Eu não me imagino a tirar 1h do meu tempo em casa - que já é pouco - para me concentrar em exercício físico por muito motivada que esteja. Correr ou caminhar de lá pra cá, de cá pra lá... não é o mesmo que estar numa esteira ou numa elíptica. Assim como pegar em kg de arroz não é o mesmo que pesos de 6kg em cada mão para fazer elevação de braços. E, não há nada que se compare com a leg press e os puxadores de frente e de trás. Então, sim, frequentar o ginásio tornou-se uma das melhores decisões que tomei o ano passado e uma das melhores que pretendo levar avante este ano. 

Cuidar de mim mesma é a melhor prova de amor próprio.

Coisas que eu queria fazer este ano mas preciso de dinheiro para isso

terça-feira, fevereiro 02, 2016

Numa situação utópica, se eu ganhasse uma quantidade relativamente grande de dinheiro, tinha umas coisas tais que eu gostaria de fazer ou realizar este ano, nos restantes 10 meses, quase 11. Temos que ser honestos: dinheiro é o que faz girar o mundo, dinheiro compra o conforto, a felicidade e muitas vezes até a própria saúde. Pode ser que algumas coisas desta "lista" sejam conseguidas durante os próximos anos com muito esforço da minha parte mas, o intuito é perceber o que eu faria se pelas almas do purgatório, eu tivesse dinheiro para não pensar no amanhã e nem questionar como e porquê. O que eu faria ainda este ano de dois mil e dezasseis?

1. Inscrever-me na escola de condução e tirar a carta.
Pois é, tenho 25 anos na cara e ainda não conduzo nem sinto falta de ter um carro já que os transportes públicos ou os meus ricos pés ainda conseguem me fazer chegar onde quero; assim nunca me preocupei em ter esta despesa. Contudo, sei que ter a carta de condução é uma mais valia para o futuro (mesmo até em questões profissionais) e se eu tivesse algum dinheiro que pudesse gastar sem pensar no amanhã, inscrever-me na escola de condução e tirar a minha licença de motorista, seria das primeiras coisas.

2. Ir ao dentista.
Gosto do meu sorriso mesmo ele sendo tortinho mas prezo pela saúde dos meus dentes. Quando pequena, parti os meus dois dentes da frente e preciso de regularmente fazer visitas ao dentista para os manter apresentáveis já que a massa vai desgastando. Mas o dentista é despendioso também, pelo que se tivesse dinheiro para o fazer, investiria numa limpeza dentária, num branqueamento e numas quantas sessões fossem necessárias para deixar o meu sorriso (e os meus dentes) o mais bonitos e saudáveis possível.

3. Comprar um carro.
Já que tirei a carta de condução, tinha que fazer uso da mesma... certo? Apesar de eu ser espaçosa e volumosa, imagino que gostaria de um carro mais pequeno. Sempre achei piada aos "Smart" e muito provavelmente este seria o meu primeiro carro. Ou um mini Cooper. Não sei.

4. Investir num telemóvel novo e topo de linha.
O meu lado fútil anseia por um telemóvel da Apple que não tenho porque não tenho como tirar mil euros para gastar num telemóvel e não quero colocar-me com despesas mensais de pagamento às prestações. Mas... ah se eu tivesse dinheiro. Este ano ou seria o iPhone 6s de 64GB na cor Silver. Ou então, esperaria pelo iPhone 7. Não tarda nada ele deve dar as caras por aí.

5. Renovar o meu quarto.
O meu quarto é o meu quarto mesmo antes de eu ter nascido. Apesar de eu já ter mudado de casa, a mobília acompanhou e ainda é a mesma e eu não me revejo totalmente nela. Mas isto é uma despesa nada necessária e então nunca apostei seriamente nela. Mas se tivesse dinheiro, aproveitava a futura inauguração do IKEA de Braga para poder fazer a remodelação que achasse necessária e sem preocupações.

6. Alugar ou até comprar um apartamento.
Bom, de quarto renovado bem que eu podia decorar a casa toda à minha maneira...

7. Voltar ao Brasil (pela terceira vez).
Oh, não preciso de muitas explicações. Eu devia ter nascido no Brasil...

8. Visitar Paris, Londres e Veneza.
Acho que viajar é a única coisa que se compra e que nos torna mais ricos. Estas são as cidades de selecção que eu gostaria de ter a oportunidade de visitar um dia. Se eu tivesse dinheiro assim, a pronto, era uma das coisas que eu não hesitava nem por um segundo.



E vocês, o que gostariam de fazer ainda este ano mas precisam de dinheiro para isso?


Comigo, quem pode

terça-feira, fevereiro 02, 2016

Desde há uns meses para cá que a minha vinda ao blogue tornou-se esporádica e, no último mês, apenas por cá passei um dia. Os motivos? Não sou obrigada. Não sou obrigada a cá vir todos os dias, não sou obrigada a contar tudo o que me acontece e muito menos sou obrigada a manter-me activa. Não trabalho profissionalmente com o blogue - embora já tenha conseguido algumas parcerias através do mesmo - e nem pretendo (pelo menos por agora) fazer da blogosfera o meu ganha-pão. Ora, a minha ausência arrecadou algo que já era inevitável: perdi bastantes seguidores.

Meus caros, não obrigo ninguém a seguir-me assim como não sigo ninguém por obrigação. Sigo quem gosto, se gosto, se me encanta e comento se quero, quando quero e quando posso e não espero retribuição. E quero o mesmo de vocês para comigo. Fico longe das "nhenhenhices" e do "Toma lá, dá cá". Estou-me nas tintas se o número de seguidores baixa ou aumenta já que o meu cantinho por cá é para extravasar através da escrita aquilo que muitas vezes só penso para mim mesma. Se gosto de compartilhar coisas, gosto. Se gosto das visitas? Também. E ter comentários e leitores, também. Mas o número é-me indiferente. Por isso removi desde há uns tempos o Google Friend Connect e tão cedo não pretendo activá-lo - até porque aquilo fica horrível! Até quando o Google não muda o padrão daquilo? Quem quiser que o meu cafofo faça parte do seu feed, deve saber bem como adicioná-lo a este. (E se não souber, tenho todo o gosto em ajudar.)

Será que pareci rude? Não fui. É só um alerta porque sei que muitos dos unfollows que recebi foram dos novos follows que eu não retribuí por estar pseudo-ausente - já que o facto de não ter escrito nada em Janeiro não quer dizer que eu tenha, por si só, abandonado a blogosfera. 

A quem continua comigo, seja por qual motivo for: o meu muito obrigada. Estejam certos que aprecio a vossa companhia.

Olho gordo

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

Não sou uma pessoa supersticiosa daquele tipo de ficar fechada em casa porque é uma sexta-feira 13, fugir de um gato preto (acho gatos pretos um amor) ou não passar por baixo de uma escada. Mas, ao mesmo tempo, sou daquele tipo de pessoas que acredita em energias negativas vindas de outras pessoas: o olho gordo, o mau-olhado, a inveja.

Digamos que o ser humano é uma coisinha terrível e custa muito para alguns não se incomodar com a felicidade dos outros. É tão fácil de agoirar quem se encontra feliz que nem é preciso ser-se mau para, mesmo sem perceber, enviar uma energia negativa.
Pessoalmente, não creio que haja gente capaz de me querer genuinamente mal. Contudo e a tudo que vem acontecendo na minha vida e na vida das pessoas que me rodeiam, sou forçada a acreditar que tem alguém com doutorado em agoirar o que de bem nos vem a acontecer.

E é isto.