Balanços

segunda-feira, dezembro 28, 2015


Ao revisitar esta publicação - que parece tão recente e está a fazer praticamente um ano - apercebo-me de que dos objectivos de 2015 que tinha traçado, consegui cumprir alguns. 

O primeiro de todos era tirar, finalmente, a Licenciatura em Relações Internacionais e essa resolução demorou 9 meses de 2015 para ser concretizada. Consegui. Finalmente sou licenciada no curso universitário. Quanto ao segundo, que seria de ter feito render muito o meu trabalho no restaurante de forma a ajudar o meu velhote mas também ajudar-me a mim mesma - monetariamente falando - tenho a dizer que... eu tentei. Mas a crise não ajudou em nada e este ano, principalmente os últimos 3 meses têm sido horríveis. Nem a época natalícia corrigiu. Entristece-me.
"Vou continuar a desfrutar das coisas mais simples e deixar-me de preguiça para toda e qualquer coisa. Quero fotografar mais neste novo ano e, principalmente, instantaneamente até conseguir tirar o melhor partido da câmara." 

Quanto a este, confirmo que embora eu tenha continuado a desfrutar da simplicidade, a preguiça venceu e eu não fotografei nada este ano. Muito menos com a câmara instantânea. Teve aquelas fotografias no Brasil mas foi só... E acho que os meus filmes já devem ter passado de validade e são inúteis agora. Why vida? 

Tinha eu dito que iria cuidar mais de mim, alimentar-me melhor, fazer caminhadas e ter horários de sono melhores. Tirando os horários de sono que continuam horríveis, fico muito orgulhosa de mim, por a partir do terceiro mês de 2015 eu ter começado uma reeducação alimentar e em Outubro não ter feito caminhadas mas ter-me inscrito no ginásio. Os resultados estão à vista: além de ter perdido bastante peso - e ainda preciso perder horrores -, a minha saúde aumentou, assim como a auto-estima.
Viajar várias vezes? Onde e com que dinheiro? Tenho imensa pena de dizer que este objectivo de 2015 não foi cumprido, nem lá perto. Destacou-se a viagem ao Brasil que mudou a minha vida e forma de ver o mundo mas... não tenho perspectivas de repetir a maravilhosa experiência.
A nível de familiar correu tudo bem e que bom perceber isso.

E se "Sozinha, também brilho"? Sempre.

No final, o balanço que faço é positivo pois as coisas que afectaram mais a minha vida, realizaram-se. Penso que o início do novo ano me fará pensar em novas resoluções... mas até lá, ainda vou pensar nelas.

Leituras

sábado, dezembro 26, 2015


Oferecer-me livros está na lista de coisas "Como fazer a Catarina feliz".

O ano de 2015 foi muito bom em leituras e quero o mesmo para 2016. Com o dinheiro que o meu pai tinha me dado "para comprares uma prenda", trouxe estes dois livros para a colecção. O "Objetos Cortantes" de Gillian Flynn já era um livro que tinha curiosidade em ler e o "Segunda Vida" de S. J. Watson, desde que li a sinopse, tinha arrebatado o meu coração e simplesmente precisava tê-lo. A dúvida agora é: por qual começar? 

Digam-me qual o vosso livro favorito de sempre (se é que conseguem decidir entre um).

Satisfações 20 dias depois

sábado, dezembro 26, 2015

Não fui a lado nenhum; tomara que tivesse embarcado numa viagem, não? Simplesmente entrei numa crise existencial com o meu blogue e decidi dar uma pausa. Hoje, de madrugada, renovei o layout e enchi-me de coragem para escrever esta mensagem para dar aquele "ar de graça" e a impressão de que continuo viva (afinal, na última publicação tinha dito que estava doente, não é?). Contudo, se me seguem nas redes sociais já devem ter apercebido que a crise existencial com o blogue reflectiu-se na minha pessoa, também. Enfim, foi geral. Cortei (ainda mais) o cabelo e mudei-lhe a cor, entrando na saga ruiva acobreada que não sei como vai terminar. Sei lá, quando eu não estou contente comigo mesma e preciso de um "up", o cabelo é que sofre. E mudar e experimentar novas facetas é tão bom!

O Natal, como foi? Espero que tenha sido fantástico, quentinho e rodeado de quem mais gostam. O meu foi, surpreendentemente, bom. Recebi muitos miminhos - leia-se presentes - beijos e abraços. A melhor parte da comida ficou reservada para o jantar do dia 25/12 onde comi um belo de um feijão preto já que eu detesto as batatas cozidas com o bacalhau; então a roupa-velha nem se comenta. 

Agora entro naquela fase pré ano novo. Revisito as resoluções do ano anterior - para saber até que ponto foram cumpridas - e penso nas próximas para o ano 2016. Fica para uma próxima publicação já que eu pretendo voltar à blogosfera com todo o ânimo possível. (Dedinhos cruzados)

Se eu disser que já passam das três horas da manhã e eu trabalho daqui a umas horas, vocês acreditam, certo? Então, eu vou dormir e parar de escrever para "encher chouriças". Até já.

segunda-feira, dezembro 07, 2015


Desde sexta que estou doente. É cabeça pesada, são calafrios, é dor de garganta e tosse e nariz entupido que não me deixa nem dormir 100% descansada. Enfim, tá um caos. Por estar doente tem dias que não ponho os pés no ginásio e isso afecta-me tremendamente (quem diria?), tanto porque sinto falta mas também por estar a perder o meu treino e recear os resultados da próxima avaliação. Por estar doente, a comida não tem mais sabor e o chá parece uma água quente e só isso. Tomo vitamina C e remédio para aliviar os sintomas mas voltar a estar bem, sem que falar pareça uma fanha, parece longe. Maldito frio. Eu odeio frio. Enfim, estou meio ausente por isso. Desculpem.

Blogger Christmas Challenge

(Why) I love Christmas

terça-feira, dezembro 01, 2015

As pessoas, geralmente, começam a ficar empolgadas pelo Natal já em meios de Novembro. Nesse mês eu ainda tenho um complexo de Grinch e acho tudo muito desnecessário e rápido demais. É quase insuportável, para mim, já ver as luzinhas de Natal a tremeluzir quando ainda nem no mês de Natal estamos e as montras de lojas já estão cheias de decorações. É porque não gosto de pôr a carroça na frente dos bois e eu acho que esta época de Natal deve ser vivida no seu próprio mês, em Dezembro. É quando eu faço a árvore de Natal e dá-me gozo tal coisa, é quando eu começo a pensar em prendas para mim e para os outros, é quando começo a ansiar pela ceia de Natal em família que me trazem uma nostalgia dos dias de criança, é quando ouvir uma música de Natal deixa-me quentinha e a explodir de alegria dentro do peito.

Eu gosto do Natal. Gosto do espírito que se faz sentir nas ruas e na pessoas. As pessoas estão com frio mas agem calorosas, os abraços são mais fortes, os sorrisos mais largos. É a época em que muitas reconciliações se fazem, é a época dos filmes mais bonitinhos e carregados de amor e de espírito familiar. Natal é família para mim. É amizade. É amor. E é perto de quem gostamos de ter por perto que esta época deve ser celebrada, com todos os presentes, abraços, as comidas saborosas (tirando o bacalhau, ew) e os piscas coordenados com o repicar dos sininhos das músicas natalícias. 

Por outro lado, tem o que me faz não gostar do Natal. Primeiro, porque é só no Natal que (muitas) pessoas se lembrar de dar amor e ajudar quem precisa e deveria ser uma algo recorrente ao longo do ano; acho hipocrisia e esta hipocrisia é sentida até em seios familiares. Segundo, porque existem muitas pessoas sozinhas no mundo (seja porque são sós ou porque qualquer motivo estão longe de quem gostam) e, sendo esta a época familiar e de amizade que é, entristece-me pensar nessas pessoas que não têm uma companhia na noite de Natal. E tem também as recordações de outros Natais, sempre mais felizes, em que aquela pessoa estava presente e agora não está mais. 

Não sei, talvez eu viva numa relação de amor-ódio com a época natalícia. A verdade é que tento ao máximo viver este espírito: afinal não é Natal todos os dias.


Esta publicação é referente ao desafio Blogger Christmas Challenge.

Último capítulo

terça-feira, dezembro 01, 2015

É facto. Um dos melhores anos da minha vida está quase, quase a terminar e as previsões para o próximo ano não me parecem tão felizes como as que eu tinha há um ano atrás. É triste dizer mas é a verdade. Não quero desanimar. Quem sabe ainda o que vai acontecer durante os próximos trinta dias?