sexta-feira, julho 31, 2015


Julho não foi o melhor mês deste ano. Esperava mais dele, esperava mais tempo livre, esperava dias de praia e de paz mas tive tumultos e nem cheguei a pisar descalça a areia que tanto gosto. Mas foi um mês onde existe um maior balanço positivo do que negativo e isso é que importa, no final. A minha licenciatura não ficou concluída este mês mas em Setembro e, com uma cadeira para a época especial de exames, pretendo terminar esta bendita. Contudo, fiquei muito feliz pelas notas daquelas em que passei que, mesmo não beirando os 20's - com excepção de Francês - souberam a isso e compensaram o esforço. Fiz vários deslizes nos meus hábitos alimentares mas consegui manter o foco (pois desistir não é uma opção) e, neste mês, embora a perda de peso não tenha sido a mais significativa, fiquei bastante contente com a redução de medidas no meu corpo. Seis centímetros na minha cintura? Foi fantástico. As noites foram melhores este mês, brindadas com tequila e shots de absinto e muita diversão e, por vezes, isto faz falta. Embora eu não seja a louca das noitadas (ou não sou mais como era há uns 4/5 anos atrás), reconheço que adorei sair do bar com os pés trocados e acabar a noite no Grab&Go a comer hambúrgueres. 

Agosto chega logo. Anseio pela praia, pelo alcançar de novos objectivos, pelo resolver de problemas e os tumultos que se geraram no mês velho e pela paciência de me dedicar ao estudo para a derradeira prova de Setembro. E claro, pela paz do meu coração.

sexta-feira, julho 31, 2015


Vamos combinar? Chamar-me de princesa é só a coisa mais ridícula de sempre. Eu sou uma rainha.
Nota para o tosco que passa por mim na rua e decide comentar sempre "Olá, princesa!". 

domingo, julho 26, 2015


Os meus domingos são quase sempre a mesma coisa. Resumem-se a ir trabalhar no restaurante só na parte dos almoços, ir ao mercado fazer as compras para casa, chegar a casa e limpar e arrumar a casa e então, finalmente, descansar esparramada na cama e de onde não queria ter saído desde cedo. 

quarta-feira, julho 22, 2015


Adoro músicas de piano. Gosto muito de guitarras mas o piano carrega aquela tristeza e sentimento que mais nenhum instrumento consegue copiar.

Saúde

Health | Água

quarta-feira, julho 22, 2015


Embora nunca tenha tido paciência para experimentar tomar água aromatizada com frutos, tenho orgulho de poder dizer que tenho cumprido o meu objectivo de beber pelo menos 3l de água mineral por dia. Toda a gente está cansadinha de saber que beber água é vital e os seus benefícios e, aproveitando o tempo quente em que sabe sempre bem beber alguma coisa, opto pela água e pelo esforçar-me em hidratar o meu corpo. E isto só se mantém quando ainda lembro que, depois de tomar um copo de refrigerante, é preciso trinta e dois copos de água para desintoxicar o corpo. E sei lá, se damos água às plantas porque temos que nos envenenar com refrigerantes e sumos industrializados? Não vou ser hipócrita: de vez em quando ainda não resisto a um Ice Tea... mas vou me empenhando em beber cada vez mais água. É melhor e não tem sido difícil, são só duas garrafas de 1,5l de água por dia. 

terça-feira, julho 21, 2015

Existe uma verdade sobre mim: só me entrego se completamente. Não consigo estar confortável, feliz, se não estiver toda eu: de corpo, alma, coração. Posso tentar mas arrependo-me. Não gosto de misturar sentimentos e não consigo dizer "gosto de ti, também" se não o sinto; se o meu coração prefere sangrar isso por outrem. A verdade é que não estou pronta, sequer, para me dar a outro alguém e tenho muito o medo de acabar por magoar quem parece querer-me bem. Ainda estou no meu sonho e presa a um passado, a um momento antigo, ao antes... que ainda me soa a um futuro e me deixa sonhadora. Invisto e insisto naquilo onde o meu coração me leva. Talvez não sejam a melhor direcção e caminhos a tomar mas é onde me sinto mais verdadeira e fiel a mim. Acho que se chegar a hora de "seguir em frente" vai ser porque o meu coração me dirá e fará com que eu sinta isso. Não forço mais. Eu sei onde quero estar. E sei também que não posso estar. E que nem mais desejada sou. Mas não vou, de modo algum, contentar-me com "estar por estar", "seguir por este caminho porque parece o certo". Prefiro me foder mais mil vezes e sair totalmente destruída - e tentar juntar de novo as pecinhas do meu coração partido - do que me agarrar ao desconhecido e sem sentir que quero ali estar; que ali pertenço.

terça-feira, julho 21, 2015


Perguntarem-me "Vamos sair para tomar café?" perturba-me. Sei que "tomar café" é uma gíria usada para sair para um bar ou uma esplanada durante a tarde mas, do café, eu só gosto do cheiro dele depois de os grãos serem moídos. O resto não e, se o tomar, dá-me náuseas. Não gosto de café e não, "Não vamos sair para tomar café porque eu não gosto de café". Ponto. 

quinta-feira, julho 16, 2015


Tenho mostrado ao mundo - aquele que me rodeia - as minhas cores verdadeiras. As claras, as escuras, as translúcidas e as opacas. E estou tão mais leve por isso.

quarta-feira, julho 15, 2015

Depois de mudar de casa e tinha eu 8 anos, sabia que algumas novas amizades faria mas não imaginaria nunca que houvesse uma que iria perdurar. Tinhas 6 anos, eu 8. Um pouco mais velha mas nada que afectasse as nossas brincadeiras de bolos de areia, junto com relva bem picada para fingir que eram os nossos oregãos nas pizzas (também de areia). Nem atrapalhou quando ver a Carlota Cambalhota nas suas cambalhotas, fosse o momento mais hilário do dia. Confesso, tive outras amigas além de ti, também. Mas nenhuma parecia tão boa e com o riso mais contagiante de sempre. A verdade nisto é que todas se foram, menos tu. Ficaste para brincar na minha casa, na rua, no parque. Ficaste para contarmos histórias de terror. Para brincarmos ao quarto-escuro e para me expulsar do computador e de ficar enfornada em casa para irmos aproveitar o Verão para o rio. É seguro dizer, até, que se hoje sei nadar (embora entre em pânico se souber que não tenho pé) foi porque me ensinaste e tinha eu 12 anos. E tu 10. Depois afastamos-nos. Quando eu cheguei na adolescência estavas ainda atrás e enquanto eu queria saber de brincadeiras menos infantis, tu querias ainda correr e brincar às escondidinhas. Mas não perdemos o contacto e o Verão continuava a ser junto contigo, nas tardes no rio, a nadar, a dar mergulhos e a conversar sobre tudo e sobre nada. Ainda te lembras da tua mãe falar que "é docinha?" E hoje em dia, se calhar, dizes a mesma coisa! (Piada interna) Na escola éramos primas sem nunca o sermos e havia também quem pensasse que fossemos irmãs. Talvez irmãs de alma, sim. Fizemos parte de coros juntas, gravamos mil vídeos, crescemos. Quando dei por mim estava com 18 anos e tu 16. Os primeiros amores, a primeira vez, a vez que fumamos na varanda como se estivéssemos a cometer um crime. E depois as saídas. A primeira vez que fomos a uma discoteca, as vezes em que bebias demais e ficavas com voz estridente, as vezes em que abanavas a cabeça negativamente enquanto eu me metia com algum gajo. A vez em que juntas conhecemos um grupo de 5 ou mais rapazes e decidimos ir para Ponte de Lima, com droga no carro e com medo de sermos apanhadas. E nem vou falar da vez que estiveste presente aquando a infelicidade do falecimento da minha mãe e como choraste, até mais do que eu, por saberes que estava triste. E como me fizeste rir nesse dia. Também já discutimos algumas vezes mas, felizmente e porque não somos idiotas, não íamos deixar que uma briga por causa de nada fosse estragar isto que temos. Sempre me compreendeste e se não compreendidas de primeira, aprendias a compreender. E se alguma vez me julgaste, ao menos não me condenaste... embora eu não consiga lembrar de um momento em que o tenhas feito. Resistimos a boatos, a mentiras e a outras que tentaram - de alguma forma - nos afastar. O facto é que agora tenho 25 anos. E tu vais fazer 23 em breve. E és a coisa mais preciosa que tenho. O que é forte prevalece. São quantos anos? Isso mesmo, quase 20 anos. 20 anos não é pouca bosta. 20 anos não é uma amizade de 2 meses e que merece textos bonitos e "nunca te vou abandonar". 20 anos é uma vida e eu sou feliz por compartilhar a minha com a tua: na alegria, na tristeza, na gordura, nas dietas, nas fofocas (o que seria de mim sem ti para falar mal de todo o mundo?), nas loucuras, nos momentos mais criança e também nos momentos em que temos que agir como as adultas que somos. 

Um obrigado, Andreia.

Foto de 2012, quando fiz 22 anos. Tinhas franja, eu tinha madeixas loiras.

segunda-feira, julho 13, 2015


Note to self.

domingo, julho 12, 2015


Gosto muito do meu cabelo vermelho mas desde há uma semana para cá estou com a ideia de ter cabelo roxo escuro. Mudanças requerem mudanças. Alguém me segura?

sábado, julho 11, 2015


Já dizia a Carrie Bradshaw e eu faço hoje a mesma pergunta: será que eu te amo mesmo ou amo antes a dor que me fazes sentir? A dor de querer-te sendo que tu és impossível de te dar?

quinta-feira, julho 09, 2015


Em "Tempo de Antena", participei do Lucky 13 com um testemunho sobre o curso de Relações Internacionais. Se alguém estiver interessado, é só clicar no link. Além do curso de RI, a Carolina tem convidado várias pessoas para falarem sobre os seus cursos superiores em virtude de ajudar quem vá ingressar no ensino superior futuramente a se decidir. 

quinta-feira, julho 09, 2015


Hoje fui a um segundo funeral este ano. Espero que seja o último.
Não é simplesmente triste quando é nestas horas dolorosas que as pessoas, muitas das vezes, conseguem se reencontrar umas com as outras porque durante o resto do ano estão "ocupadas" com o trabalho, família e afazeres...?

Mágoa, magoar...

quarta-feira, julho 08, 2015

Há quem costuma dizer "Não guardo dinheiro, vou guardar mágoas?". Mas não é o meu caso. Por mais errado que seja, por mais mal que me faça e por mais que me afecte em relações futuras com pessoas... eu sou do tipo de pessoa que guarda mágoa. Que não esquece. Que recorda e consegue sentir com a mesma intensidade aquilo que me doeu... por mais anos que tenha. Tento não ligar e não condicionar a minha vida por isso mas, depois de me magoarem, não existe mais ficha limpa. Não adianta. É uma situação diferente de perdoar. Embora a mágoa e o perdão estejam interligados eu sou capaz de perdoar, de dar a volta por cima e de dar oportunidades a mim (e aos outros) de ultrapassarmos isto. Mas, no meu coração, existe uma espécie de gaveta onde eu guardo tudo. Onde guardo as mentiras que me contaram, as vezes que me maltrataram, as palavras menos amigas proferidas, as discussões, a facada fria pelas minhas costas. E basta... basta alguma coisa roçar o puxador dessa gaveta, basta uma situação semelhante acontecer, para ela se abrir e eu explodir. Explodir de tal maneira que me dá um desgosto de ser assim. Por que eu não esqueço? Por que eu não consigo admitir que as pessoas erram e, nos momentos mais impulsivos, se calhar dizem o que não queriam dizer? Por que razão afecta-me mais o que de pior me fazem... do que aqueles momentos em que me elevam e me fazem sentir a pessoa mais feliz com a sensação que o mundo é pequeno demais para o peito cheio de felicidade? Está tudo bem. Eu também não esqueço das coisas boas, nunca. Mas as más afectam mais. Então não está tudo bem. 

terça-feira, julho 07, 2015


Para o bem ou para o mal, o facto é que agora - finalmente - o meu semestre universitário terminou. Se me aguardar a época especial de exames... que aguarde! Agora, pelo resto das próximas semanas vou ter tempo para ler os meus livros, ver as minhas séries, os meus filmes, ouvir as minhas músicas e esquecer-me que existem matérias para serem estudadas. Faltam saber 2 notas para saber se me licenciei ou se deixo esse objectivo para Setembro. Mas... whatever, agora o tempo é para mim e para aquilo que mais gosto de fazer.

sábado, julho 04, 2015


Resumo dos meus últimos dias. 
Logo no início do segundo semestre, eu decidi deixar uma cadeira para exame de recurso - o monstro dos Sistemas Políticos da União Europeia. Contudo, o segundo teste a Análise das Relações Internacionais pregou-me uma partida e na quinta-feira passada tive exame que correu mal e parcamente e posso já contar com ele para a época especial em Setembro, a não ser que um milagre aconteça. (E não vai acontecer). Assim, na terça tenho o exame de recurso à cadeira monstro e tenho me dedicado a estudar. E vai continuar assim, com a minha pseudo-ausência por cá. Até breve!