Balanços

segunda-feira, dezembro 28, 2015


Ao revisitar esta publicação - que parece tão recente e está a fazer praticamente um ano - apercebo-me de que dos objectivos de 2015 que tinha traçado, consegui cumprir alguns. 

O primeiro de todos era tirar, finalmente, a Licenciatura em Relações Internacionais e essa resolução demorou 9 meses de 2015 para ser concretizada. Consegui. Finalmente sou licenciada no curso universitário. Quanto ao segundo, que seria de ter feito render muito o meu trabalho no restaurante de forma a ajudar o meu velhote mas também ajudar-me a mim mesma - monetariamente falando - tenho a dizer que... eu tentei. Mas a crise não ajudou em nada e este ano, principalmente os últimos 3 meses têm sido horríveis. Nem a época natalícia corrigiu. Entristece-me.
"Vou continuar a desfrutar das coisas mais simples e deixar-me de preguiça para toda e qualquer coisa. Quero fotografar mais neste novo ano e, principalmente, instantaneamente até conseguir tirar o melhor partido da câmara." 

Quanto a este, confirmo que embora eu tenha continuado a desfrutar da simplicidade, a preguiça venceu e eu não fotografei nada este ano. Muito menos com a câmara instantânea. Teve aquelas fotografias no Brasil mas foi só... E acho que os meus filmes já devem ter passado de validade e são inúteis agora. Why vida? 

Tinha eu dito que iria cuidar mais de mim, alimentar-me melhor, fazer caminhadas e ter horários de sono melhores. Tirando os horários de sono que continuam horríveis, fico muito orgulhosa de mim, por a partir do terceiro mês de 2015 eu ter começado uma reeducação alimentar e em Outubro não ter feito caminhadas mas ter-me inscrito no ginásio. Os resultados estão à vista: além de ter perdido bastante peso - e ainda preciso perder horrores -, a minha saúde aumentou, assim como a auto-estima.
Viajar várias vezes? Onde e com que dinheiro? Tenho imensa pena de dizer que este objectivo de 2015 não foi cumprido, nem lá perto. Destacou-se a viagem ao Brasil que mudou a minha vida e forma de ver o mundo mas... não tenho perspectivas de repetir a maravilhosa experiência.
A nível de familiar correu tudo bem e que bom perceber isso.

E se "Sozinha, também brilho"? Sempre.

No final, o balanço que faço é positivo pois as coisas que afectaram mais a minha vida, realizaram-se. Penso que o início do novo ano me fará pensar em novas resoluções... mas até lá, ainda vou pensar nelas.

Leituras

sábado, dezembro 26, 2015


Oferecer-me livros está na lista de coisas "Como fazer a Catarina feliz".

O ano de 2015 foi muito bom em leituras e quero o mesmo para 2016. Com o dinheiro que o meu pai tinha me dado "para comprares uma prenda", trouxe estes dois livros para a colecção. O "Objetos Cortantes" de Gillian Flynn já era um livro que tinha curiosidade em ler e o "Segunda Vida" de S. J. Watson, desde que li a sinopse, tinha arrebatado o meu coração e simplesmente precisava tê-lo. A dúvida agora é: por qual começar? 

Digam-me qual o vosso livro favorito de sempre (se é que conseguem decidir entre um).

Satisfações 20 dias depois

sábado, dezembro 26, 2015

Não fui a lado nenhum; tomara que tivesse embarcado numa viagem, não? Simplesmente entrei numa crise existencial com o meu blogue e decidi dar uma pausa. Hoje, de madrugada, renovei o layout e enchi-me de coragem para escrever esta mensagem para dar aquele "ar de graça" e a impressão de que continuo viva (afinal, na última publicação tinha dito que estava doente, não é?). Contudo, se me seguem nas redes sociais já devem ter apercebido que a crise existencial com o blogue reflectiu-se na minha pessoa, também. Enfim, foi geral. Cortei (ainda mais) o cabelo e mudei-lhe a cor, entrando na saga ruiva acobreada que não sei como vai terminar. Sei lá, quando eu não estou contente comigo mesma e preciso de um "up", o cabelo é que sofre. E mudar e experimentar novas facetas é tão bom!

O Natal, como foi? Espero que tenha sido fantástico, quentinho e rodeado de quem mais gostam. O meu foi, surpreendentemente, bom. Recebi muitos miminhos - leia-se presentes - beijos e abraços. A melhor parte da comida ficou reservada para o jantar do dia 25/12 onde comi um belo de um feijão preto já que eu detesto as batatas cozidas com o bacalhau; então a roupa-velha nem se comenta. 

Agora entro naquela fase pré ano novo. Revisito as resoluções do ano anterior - para saber até que ponto foram cumpridas - e penso nas próximas para o ano 2016. Fica para uma próxima publicação já que eu pretendo voltar à blogosfera com todo o ânimo possível. (Dedinhos cruzados)

Se eu disser que já passam das três horas da manhã e eu trabalho daqui a umas horas, vocês acreditam, certo? Então, eu vou dormir e parar de escrever para "encher chouriças". Até já.

segunda-feira, dezembro 07, 2015


Desde sexta que estou doente. É cabeça pesada, são calafrios, é dor de garganta e tosse e nariz entupido que não me deixa nem dormir 100% descansada. Enfim, tá um caos. Por estar doente tem dias que não ponho os pés no ginásio e isso afecta-me tremendamente (quem diria?), tanto porque sinto falta mas também por estar a perder o meu treino e recear os resultados da próxima avaliação. Por estar doente, a comida não tem mais sabor e o chá parece uma água quente e só isso. Tomo vitamina C e remédio para aliviar os sintomas mas voltar a estar bem, sem que falar pareça uma fanha, parece longe. Maldito frio. Eu odeio frio. Enfim, estou meio ausente por isso. Desculpem.

Blogger Christmas Challenge

(Why) I love Christmas

terça-feira, dezembro 01, 2015

As pessoas, geralmente, começam a ficar empolgadas pelo Natal já em meios de Novembro. Nesse mês eu ainda tenho um complexo de Grinch e acho tudo muito desnecessário e rápido demais. É quase insuportável, para mim, já ver as luzinhas de Natal a tremeluzir quando ainda nem no mês de Natal estamos e as montras de lojas já estão cheias de decorações. É porque não gosto de pôr a carroça na frente dos bois e eu acho que esta época de Natal deve ser vivida no seu próprio mês, em Dezembro. É quando eu faço a árvore de Natal e dá-me gozo tal coisa, é quando eu começo a pensar em prendas para mim e para os outros, é quando começo a ansiar pela ceia de Natal em família que me trazem uma nostalgia dos dias de criança, é quando ouvir uma música de Natal deixa-me quentinha e a explodir de alegria dentro do peito.

Eu gosto do Natal. Gosto do espírito que se faz sentir nas ruas e na pessoas. As pessoas estão com frio mas agem calorosas, os abraços são mais fortes, os sorrisos mais largos. É a época em que muitas reconciliações se fazem, é a época dos filmes mais bonitinhos e carregados de amor e de espírito familiar. Natal é família para mim. É amizade. É amor. E é perto de quem gostamos de ter por perto que esta época deve ser celebrada, com todos os presentes, abraços, as comidas saborosas (tirando o bacalhau, ew) e os piscas coordenados com o repicar dos sininhos das músicas natalícias. 

Por outro lado, tem o que me faz não gostar do Natal. Primeiro, porque é só no Natal que (muitas) pessoas se lembrar de dar amor e ajudar quem precisa e deveria ser uma algo recorrente ao longo do ano; acho hipocrisia e esta hipocrisia é sentida até em seios familiares. Segundo, porque existem muitas pessoas sozinhas no mundo (seja porque são sós ou porque qualquer motivo estão longe de quem gostam) e, sendo esta a época familiar e de amizade que é, entristece-me pensar nessas pessoas que não têm uma companhia na noite de Natal. E tem também as recordações de outros Natais, sempre mais felizes, em que aquela pessoa estava presente e agora não está mais. 

Não sei, talvez eu viva numa relação de amor-ódio com a época natalícia. A verdade é que tento ao máximo viver este espírito: afinal não é Natal todos os dias.


Esta publicação é referente ao desafio Blogger Christmas Challenge.

Último capítulo

terça-feira, dezembro 01, 2015

É facto. Um dos melhores anos da minha vida está quase, quase a terminar e as previsões para o próximo ano não me parecem tão felizes como as que eu tinha há um ano atrás. É triste dizer mas é a verdade. Não quero desanimar. Quem sabe ainda o que vai acontecer durante os próximos trinta dias? 

Um olhar pela semana (que foi boa)

sábado, novembro 28, 2015

Cortei, novamente, um dedo. Não é que isso seja o ponto forte da minha semana mas como é algo tão recorrente, resolvi dar-lhe um minuto de fama para ver se estas macumbas conseguem largar de mim. E ah, apareceram uns novos hematomas (coxas, pernas e na mão esquerda) que eu não sei a proveniência mas desconfio que seja do meu jeito desastrado de andar e do meu corpo volumoso que sai a bater pelos cantos e esquinas e por mesas, bancos e cadeiras. Além disso, fiz o exame do colesterol e "pimba". Estou com o nível de colesterol um pouco alto e estou numa tentativa de deixar de comer tantos ovos a ver se isto diminuí porque: 1. eu já não como fritos (ok, é raro) e 2. eu pratico actividade física 3 a 4 vezes por semana. Por causa do colesterol fui impedida de fazer a cavitação na Opencel. De novo, sai de mim macumba.

Sendo assim, tive a minha primeira sessão de radiofrequência + pressoterapia na clínica Opencel e tenho a dizer que adorei a experiência e estou ansiosa pela próxima semana e por começar a ver os resultados. A radiofrequência é a coisa melhor de sempre, adoro aquele quentinho pela barriga e a sensação de estar a pensar nas células adiposas a diminuírem de tamanho para acabar com a celulite e trazer firmeza à minha pele. Já a pressoterapia confesso que a minha claustrofobia atrapalhou um bocado as coisas nos minutos em que fiquei sozinha na sala e presa naquela máquina sem me poder mover, nem para coçar o narizinho. Mas nada que não fosse controlado e com uma música relaxante de fundo, o tempo voou e ficou tudo bem. Saí relaxada, descansada e sobre este assunto vou falar mais a respeito, é claro, depois de mais sessões porque apenas uma não dá para tirar mais conclusões.

Fiz umas compras. Um blanket scarf, umas pantufas e dois pares de calças da H&M. Como disse no instagram, para alguns isto é só uma coisa estúpida. Mas, para mim, foi uma vitória enfiar-me num par de calças da H&M. E ponto. O meu peso continua uma desgraça mas o treino no ginásio tem dado resultados em termos de medidas. É super frustrante mas tenho tentado pensar que o músculo é que está a tomar conta da gordura por isso diminuo o volume mas, ao mesmo tempo, mantenho o peso corporal. Ao menos a força de pernas tem aumentado: ontem fiz leg press com 80kg e hoje custa-me a subir escadas. 

A minha vida social foi redescoberta às quartas de noite. Não é que agora eu, a Andreia e a Vanessa estamos todas viciadas no Quizz Dr. Why? Ganhamos uma narguile para a próxima quarta-feira só por termos ficado em 6º lugar! O trabalho continua na mesma e a vida amorosa vai muito bem, obrigada. 

E foi mais ou menos isso. Estou com saudades de ler um livro, de tratar do meu cabelo que está uma desgraça e estou com vontade de começar a fazer as wishlists para o Natal já sabendo que não vai passar disso mesmo: uma lista de desejos.

Como foi a vossa semana? Contem-me coisas e continuem a seguir-me lá no facebook que vou postando coisas aleatórias por lá.

quarta-feira, novembro 25, 2015


Um amor chamado blanket scarf.

Beleza

Rouge Infusion, Sephora

domingo, novembro 22, 2015

I'm a sucker por batons, dificilmente consigo resistir em adquirir um novo e os meus favoritos são os líquidos que secam mate e eu não preciso de ficar a retocar os benditos 24/7. Mas, por vezes, os meus lábios - ou consoante o meu humor - pedem por um batom mais leve mas que, ao mesmo tempo, tenha aquela assinatura de cor que eu gosto de usar (e abusar): é muito difícil ver-me de batom claro, rosinha ou entre esse esquema de cores.

Blablablabla à parte, há coisa de um ano atrás a Sephora lançou uma nova colecção de batons do tipo "líquido": os Rouge Infusion e eu fui obrigada pelo bichinho da maquilhagem, a comprar só para experimentar

Primeiro de tudo: a marca diz que é um batom estilo lip stain e que dura horrores nos lábios. Nããããããão. Não dura tanto assim e basta comer e limpar a boca ao guardanapo para dar tchau à cor do batom; mas se mancha (stain) os lábios? Mancha, sim senhor. Fica sempre aquela corzinha de ar saudável na boca independentemente da cor usada. Assim que percebi isto e não fiquei à procura que fosse um batom que me desse cobertura a 100% e que durasse o dia inteiro (para isso existem os cream lip stain que são ó: maravilhosos), passei a adorar estes Rouge Infusion e já adquiri 5. Ok, um deles foi a Andreia que me ofereceu só porque a fiz gostar deles, também.


Eles são fáceis de aplicar, têm uma cobertura óptima (embora não seja a 100% e tenham uma consistência tipo gloss), duram bastante (a não ser que se limpe a boca a alguma coisa), transferem um bocado (tchau beijinhos) mas são uma excelente opção para quem não quer ter aquela boca chamativa e capaz de dar uma chapada na cara da sociedade. 

Acho o preço caro: rondam os 13 euros cada um; mas comprando em promoção por 6,90 euros faz bem até à alma. 

Facebook

terça-feira, novembro 17, 2015

Estou comprometida em manter actualizada a página do blogue no facebook. Quer dizer, ela já está criada há cerca de um ano e nunca tive a paciência para ela. Hoje firmei um compromisso, a ver se não falho.

S'imbora, dêem o vosso like. Fico muito agradecida.

Saúde

Sobre a primeira avaliação no ginásio

segunda-feira, novembro 16, 2015

Primeiro de tudo e agora que a Andreia está de férias, esta semana vai ser para arrasar! O ginásio vai ser visitado todos os dias de manhã, menos na quinta-feira porque quarta queremos ir arrasar de noite. Assim esperamos, então tchau preguiça e olá energia e disposição. Segundo, já passou um mês desde que iniciei a minha jornada pelo mundo da actividade física e inscrevi-me e comecei a frequentar o ginásio. Hoje, de manhã cedo e antes de mais um treino - que cada vez é mais intenso e eu adoro - pedi para me fazerem a primeira avaliação. Geralmente, depois de um mês de ginásio, é feita a avaliação para saber como estão a correr as coisas e alterar, ou não, o plano de treino para mais facil e rapidamente atingir o meu objectivo. 

Fiquei muito feliz com os meus resultados. Embora em questão de peso real na balança a diferença não ter sido quase nada e o meu peso andar a oscilar loucamente (mesmo assim, tive uma queda da % de massa gorda e um aumento de % de massa magra), o facto é que as medidas falam por si. E eu já tinha reparado porque na zona da cintura a minha roupa está cada vez mais larga e, visualmente, pareço mais "fininha". Mas é claro que a fita métrica iria ditar a verdade verdadeira.

O meu peitoral perdeu cerca de 3 centímetros. Os meus braços mantiveram os seus centímetros mas o antebraço diminuiu 0,5cm em cada um. As minhas coxas perderam 2,5cm em cada e a barriga da perna 1cm cada. Os meus glúteos perderam 3cm. A maior diferença está na zona abdominal: 5cm na linha da cintura e no abdómen 12 centímetros a menos. (Disclaimer: há um mês o meu instrutor ao tirar as medidas deve se ter enganado ao digitar as mesmas no meu registo, ter carregado num número ao lado do outro ou sei lá. De um mês para cá houve uma diferença de 22 centímetros na barriga mas, como achamos ser demais, tiramos 10cm. Então ficamos e concordamos com o valor de doze centímetros a menos na zona do abdómen/barriga)

Pode não ter sido muita diferença em um mês (quer dizer, a barriga foi um sucesso! Bendita elíptica e abdominais) mas é de salientar que eu não fui treinar todos os dias. Nestas 4 semanas só me comportei muito bem em duas semanas, hahaha. Mas, mesmo assim, estou super orgulhosa de mim mesma pelos resultados e só contribuiu para que eu ficasse mais motivada ainda. Já não bastava a sensação deliciosa do suor na t-shirt e da pele molhada, o ambiente incrível que vivo no ginásio com pessoas super simpáticas, ainda tenho resultados destes. Faz-me ter a certeza que estou no caminho certo para uma maior qualidade de vida. 

"Sê melhor que a tua maior desculpa"

E aí, já fizeram exercício hoje?

Beleza

Colaboração | IrresistibleMe Hair Extensions

sábado, novembro 14, 2015

Há uns meses atrás eu publiquei sobre o facto de ter aceito uma parceria para o blogue com uma empresa americana. Revelei que era algo que eu gostaria de adquirir e experimentar e, por essa razão, decidi aceitar. A empresa, IrresistibleMe Hair Extensions, contactou-me via e-mail e ofereceu-me as extensões que eu escolhesse, o tamanho e a cor e, em troca, eu teria que fazer uma resenha no blogue. 
Posto em "pratos limpos", demorei horrores a publicar isto. E porquê? Porque quando eu recebi as extensões, o meu cabelo vermelho já tinha desaparecido e, entretanto, perdi a vontade de fotografar ou de tirar um tempo para pintar as extensões e estilizar as mesmas de um jeito que ficasse mais natural no meu cabelo. As semanas passaram e o meu cabelo que estava abaixo do peito, foi cortado um pouco abaixo dos ombros e decidi curtir o corte curto e não queria mais saber de cabelos compridos. Contudo, por vezes, bate aquela saudade... não é? E imaginem, eu, que vivi anos e anos de cabelo compridão! A saudade do cabelão foi o mote para eu tratar de pintar as extensões, cortar e repicar e poder usar - de vez em quando. Por um acaso, esses dias a Andreia ofereceu-se para me fotografar com as extensões e, finalmente, depois de cerca de dois meses desde que as recebi da IrresistibleMe, posso vos contar tudinho.

A empresa, sediada em Nova Iorque, vende extensões de cabelo 100% humano assim como acessórios, aparelhos e cuidados de cabelo. Eu adquiri as extensões de cabelo da gama Royal Remy na cor rosewood, 60cm e 200gramas. O set vem composto por 10 peças de extensões em clip o que é um absurdo de cabelo! Só para terem uma noção eu só necessito de usar 4 peças de extensões para obter o efeito volumoso no cabelo que aprecio. 

O meu cabelo curto
O meu cabelo com as extensões de cabelo já pintadas de uma nova cor para condizer com o meu cabelo, cortadas e onduladas
Como podem constatar, o efeito é muito natural. Eu uso apenas 4 peças e é o suficiente para não me sentir desconfortável. O meu cabelo natural é fino e ralinho e mais que os 4 clipes de extensões, causam-me um desconforto descomunal. Assim, para mim, é suficiente e creio eu que o efeito é lindíssimo. Vale a pena ressaltar, também, que sendo estas extensões de cabelo 100% humano, elas podem ser pintadas, descoloradas, podem ser lavadas, penteadas e ainda é permitido o uso de calor. No caso, nas minhas e nestas fotos, eu usei um babyliss para fazer uma leve ondulação para não ser assim tão diferente do meu cabelo au naturel. A aplicação é muito fácil, assim como a sua remoção. Enfim, são perfeitas para quem gosta de mudar de visual.

O preço das extensões varia consoante a linha e o tamanho destas mas, sendo de cabelo 100% humano e não algo que se encontram nos chineses, é normal que o preço seja mais puxadote. Mas são um investimento a longo prazo para quem vá fazer uso delas.

Quero agradecer à IrresistibleMe Hair por me ter dado a oportunidade de experimentar o seu produto e, claro, pela confiança! 

Já agora, o batom usado é o "Fandango Purple" da linha Matte Me da Sleek MakeUp, o top é da H&M (L), o blazer preto é da Primark (UK 16), as calças são também da Primark (UK 16).

O que vocês acham de extensões de cabelo? Usam? Usariam? 

Beleza

Colaboração | Opencel Braga São Victor

quinta-feira, novembro 12, 2015

Promover o bem-estar, a beleza e também a saúde é uma das coisas que me faz melhor e faz-me sentir muito bem. Desde Março/Abril deste ano que eu tenho vindo a perder peso devido à minha mudança de hábitos alimentares e de actividade física e, sem pensar em nada além da minha saúde, chamei a atenção da clínica Opencel Braga, em São Victor, que me contactou para um patrocínio com o fim de ajudar-me a atingir os meus objectivos e sentir-me cada vez mais bonita. Estou deveras feliz e agradecida por esta oportunidade. Nunca na vida fiz tratamentos estéticos (tirando as limpezas faciais com a querida Andreia) e, mesmo com todo a ansiedade, decidi apostar e aceitar esta oportunidade.

Hoje fui não só conhecer o espaço mas também fazer a minha avaliação para fazerem-me o plano de tratamento a ser seguido. Foram-me explicado os vários tratamentos que a clínica disponibiliza e, mais concretamente, os 3 tratamentos que se adequam mais ao meu caso de querer reduzir medidas, peso e acabar com a gordura localizada: a cavitação, a radiofrequência e a pressoterapia. 

Muito resumidamente (e até fazer uma publicação mais aprofundada e contando a minha experiência),

... a cavitação é uma técnica de ultra-som que aplicada sobre uma certa área (pernas, abdómen, braços...) actua no tecido adiposo e destrói a membrana das células de gordura, libertando-a. Assim, esta gordura com a ajuda de uma boa alimentação, exercício físico e o consumo de água em abundância consegue ser eliminada eficazmente do nosso corpo. (É claro, não esperavam um milagre, certo?)

... a radiofrequência tem como finalidade estimular a produção de colagéneo na pele para evitar a flacidez que é consequência da perda de medidas pela queima da gordura. Ou seja, tem um efeito reafirmante. 

... a pressoterapia é o mesmo que uma massagem de drenagem linfática só que é mecânica. Tem a finalidade de drenar o corpo e é essencial após a cavitação para ajudar na libertação da gordura. Tem efeitos terapêuticos e é uma mais valia contra a retenção de líquidos.

Vou começar os tratamentos na próxima semana. Contudo e MUITO IMPORTANTE, preciso de primeiro fazer um pequeno exame aos níveis de colesterol, que não faço já tem um tempinho. Se tiver o colesterol muito alto não posso fazer a cavitação.

Além de tratamentos de redução de medidas, a Opencel disponibiliza ainda serviços de depilação, branqueamentos dentários, tratamentos capilares, tratamentos de rosto e outros de corpo e o melhor de tudo a preços low-cost! Sabiam que lá 30 euros pagam cinco (5!) tratamentos por sessão?

Visitem o site oficial e a página do facebook da Opencel Braga São Victor para mais informações.

Para já, fica a minha ansiedade e excitação para a próxima semana e o orgulho de sentir que estou a promover saúde, bem-estar e beleza: só coisas boas. 

terça-feira, novembro 10, 2015

"Tu tinhas medo de sair da tua zona de conforto. Mas tu saíste e te mantiveste forte. Fazer a reeducação alimentar, ir para o ginásio, encarar a obesidade como tu fizeste (e fazes) é só uma das coisas. Começar a trabalhar também foi sair da tua zona de conforto; no fundo tu não eras super obrigada a fazer isso, não é? Mas tu foste e fizeste isso muito bem. E aí, tu ainda voltaste aos estudos com responsabilidade também. O que também foi um auto-desafio. Tu tinhas saído daquele meio e é difícil voltar para lá depois de dois anos parada e ainda mais para as matérias complicadas do final. Mas tu foste, saíste-te muito bem e licenciaste-te. E ainda posso ir mais para trás. Tu antes não te cuidavas assim: eras "normalzinha", vestias-te bem normal, não te maquilhavas, não buscavas chamar a atenção e ao longo dos anos, foste desenvolvendo essa confiança em ti; e ela só é construída porque tu te desafiaste. Eu tenho a certeza que não foi fácil sair em público com a primeira maquilhagem, a primeira roupa mais apertada até porque tudo o que fazemos pela primeira vez causa aquele desconforto de "será que vão aprovar?". E enfim, tu evoluíste nisso e hoje até és exemplo para outras pessoas e mesmo que não sejam muitas, não precisam ser. E tu também tinhas muito medo de viajar, não é? E eu entendo, tu nunca foste de viajar: a tua família nunca foi assim e tu não cresceste com isso. Tu não tinhas experiência de viagens nem com países vizinhos e atravessaste o oceano sozinha para ir para o país enorme que é o Brasil. Mas tu foste e tiraste o melhor proveito disso tudo: colocaste como objectivo e fizeste. E eu gosto de ver que tu não és acomodada, que te tens desafiado ao longo dos anos e tem sido cada vez mais ousada. É com uma pessoa assim que eu gostaria de casar, alguém que tem medo de se arriscar mas que, ao menos tempo, tem coragem de ir; que quebra as paredes da zona de conforto para ver o que tem além."


Livros e leitura

As gémeas do gelo

segunda-feira, novembro 02, 2015

Desde que vi este livro como sugestão na revista Activa de Novembro, não me aguentei e tive que dirigir-me a uma livraria e comprar o livro. Li-o em três dias bem espaçados, entre as correrias do dia-a-dia com as horas ocupadas e enquanto lutava para poder respirar entre as frases e os capítulos deste querido.

Lutar para poder respirar? Sim. Este livro é sufocante. Mas sufocante no bom sentido. Assim que se começa a ler é difícil de parar e mesmo agora, depois de já ter terminado, ainda sinto que estou assombrada pelo que acabei de ler. Queria saber mais.


A história desenrola-se no seio de uma família, os Moorcroft, na Ilha de Torran (Trovão) na Escócia, a sua nova casa para fugir a Londres onde existiam memórias tristes e relacionadas com a morte da gémea de Kirstie, Lydia, filha de Sarah e Angus. A dada altura, a pequena Kirstie revela à mãe que é a Lydia e quem morreu foi a Kirstie e é a partir disso que o leitor é sugado pela dúvida e pela vontade de descobrir quem das gémeas afinal faleceu na queda da varanda, porquê e em que circunstâncias. 

Sinopse oficial: Lydia e Kirstie tinham 6 anos e eram gémeas idênticas. Quando Lydia morre acidentalmente na queda de uma varanda, os pais mudam-se para uma pequena ilha escocesa, na esperança de reconstruírem, com a filha que lhes resta, as suas vidas dilaceradas. Mas um ano depois, a gémea sobrevivente acusa os pais de terem cometido um erro e afirma que quem caiu da varanda foi Kirstie e não ela.Na noite em que uma tempestade assola a ilha e deixa mãe e filha isoladas, elas dão por si a serem torturadas pelo passado e por visões inexplicáveis, que quase as levam à loucura. O que terá acontecido realmente naquele fatídico dia em que uma das gémeas morreu?
 
Confesso que à medida que ia lendo, parecia que eu quem poderia ter escrito este livro. O autor da obra, S. K. Tremayne, explorou todas as situações que me vinham à mente e anulava-as quase que no mesmo instante. Contudo, o fim foi totalmente inesperado e não sei se estou muito satisfeita com ele; como disse, ainda estou assombrada por estas dúvidas todas.

Não obstante, é um livro que gostei muito de ler e recomendo-o aos fãs de thrillers e histórias de suspense.

Enterrei Outubro

domingo, novembro 01, 2015


Eu gosto muito do Halloween e, nessa data, procuro sempre fantasiar-me de alguma coisa. Este ano, não foi diferente e mesmo às 3 pancadas lá consegui fazer o meu capuz vermelho e a maquilhagem de um lobo (o lobo mau, hahaha) num dos lados do meu rosto. Porque eu queria ser uma Little Red Wolf. Entre uivos, música, amigas e bebida assim passei o meu Halloween 2015. Foi um máximo e recomenda-se.

Eu sei que ando distantinha aqui do cantinho, peço desculpa.

Mutável

quarta-feira, outubro 21, 2015

Ontem detestava usar preto e agora adoro. Há alguns anos adorava ouvir heavy metal e hoje em dia fico-me pelos agudos da Demi Lovato. Já gostei de panados de costeletas de porco e agora detesto. Até outro dia ter cabelo comprido era uma das coisas que mais gostava em mim e acordei e puft, quis cortar o cabelo acima do peito. Ultimamente a minha maquilhagem nos olhos fica-se pelo rímel ou pelo eyeliner + rímel quando vou sair em vez das variadas sombras de olhos e maquilhagens bem trabalhadas e espectaculares. Num dia alguém significa-me e, por o acaso das desilusões, no dia seguinte pareço imune. Já gostei de usar as unhas pintadas e compridas e agora uso-as sem verniz e o mais curtas possível. Antes não suportava sapatos estilo "envernizados" e agora adoro usar o meu par que tenho. E o Verão de 2014 em que era apaixonada por kimonos e neste Verão detestei a peça de roupa e só usei porque pronto. 

E muitas mais coisas. O facto é que eu mudo. Da água para o vinho e do vinho para o vinagre e continuo nesta constante mutação de gostos e desgostos, de sentimentos. E aprendi a abraçar cada mudança e a presentear-me com todas elas para descobrir novas fases em mim, novas descobertas, explorar um pouco mais de cada centímetro do meu ser. Sou mutável. Ponto.


O armário

Quero

sexta-feira, outubro 16, 2015

Não me importaria nada mas é que nada mesmo de ostentar um par destas Adidas Superstar nos meus pés. Alguém quer fazer uma vaquinha por aí?

Saúde

Desistir não é opção

terça-feira, outubro 13, 2015

Quem é meu leitor fiel aqui pela blogosfera mas também me segue nas redes sociais como o instagram, sabe que desde Março eu tenho vindo a mudar os meus hábitos alimentares e . Lá houveram uns dias em que me punha a saltar à corda mas nada de muito compromisso e, confesso, não sou a melhor amante para o exercício físico. Contudo, cheguei à conclusão que é necessário. A ideia já morava na minha cabeça desde que comecei esta aventura da reeducação alimentar mas, depois de 7 meses e reparando que o meu peso custa a baixar mais, tive que dar um "boost" à minha vida... até porque não ter os resultados que tinha nos primeiros meses, começou a fazer com que eu me fosse descuidando e as gordices voltassem ao meu cardápio. É assim, necessária a actividade física. Foi preciso receber motivação de outras pessoas? Foi sim. E hoje, dia 13 de Outubro de 2015, cumpri o objectivo da lista de ano novo de cuidar (ainda mais) de mim. Inscrevi-me no ginásio ao aproveitar uma promoção, fiz a minha avaliação (caótica!) e amanhã ou assim irão atribuir-me o plano de treino com o objectivo de continuar a perder peso e, também, começar a tonificar aqui o corpitxo

Já perdi vinte e dois quilos mas preciso de perder mais vinte e dois para ficar, no mínimo, aceitável. E se for para ficar como eu deveria, ainda são precisos mais uns vinte acima desses vinte e dois seguintes. Já disse isto milhões de vezes por cá: adoro-me sendo gorda mas são vinte e cinco anos da minha vida a ser gorda e cansei. Quero os próximos vinte e cinco anos da minha vida o mais saudáveis possíveis. Amei-me gordinha, gorda, sendo mais gorda ainda mas quero as novas etapas e histórias da minha vida tendo o corpo que, no fundo, gostaria de ter. É por me amar e gostar muito de mim que faço isto porque, let's be honest, só quem não se gosta que não quer se cuidar. E, cuidar-se, não é manter-se obeso e carregar esse peso extra que nos estraga as articulações e abraçar outros problemas que, SÓ quem é obeso, sofre. 



Enfim, vai ser difícil? Vai. Exige, acima de tudo, compromisso comigo mesma. Espero não desistir, espero ter a força de vontade de acordar duas horas mais cedo para ir ao ginásio e sair cheia de energia para os dias de trabalho. Se um dia ficar na cama, não custará ir de tarde. Desistir não é opção. Eu não comecei à procura de um "corpo de verão", comecei à procura de um "corpo para a vida" e é disto que eu preciso me lembrar. 

Um chá e um amor. Quentes, por favor.

sábado, outubro 10, 2015

Sim, eu alterei a frase reconhecida do Caio F. Abreu por motivos de: não gosto de café. E sim, eu quero um chá e quero também um amor, bem quentes.

Carta ao meu antigo eu

quarta-feira, outubro 07, 2015

Braga, 7 de Outubro de 2015

Olá, Catarina. Quem te escreve és tu mesma mas no auge dos teus 25 anos. Que idade tens tu agora? Dez? Hahahaha, já estás com os dentes da frente partidos porque eu lembro daquele acidente de bicicleta tão bem como tu. Relaxa, ainda te vai esperar umas visitas ao dentista porque essa metade de dentinhos falsa vai apenas segurar-se quando te colocarem uns pregos nos dentes. Sem medos, vai doer mas vai passar. Aliás, todas as dores que por aí vêm, vão passar. Desculpa, se calhar não te devia dizer isso mas não esperes pelo mar de apenas flores durante estes próximos quinze anos. Mas vais crescer... ah, vais. E vais chegar até onde estou agora e sentires-te orgulhosa de ti mesma.

Sabes aquele rapaz por quem clamas ter uma paixãozinha? Oh, rapariga. Esquece. Não vai sair nada disso porque és insegura demais para te declarares a quem quer que seja. Sabes como é, né? Gordinha desse jeito e depois de ser tão gozada, não te achas digna de alguém um dia se apaixonar por ti. E só para te informar, continuo gorda. Quase te culpo por isso porque podias muito bem, em mais nova, ter tido empenho para cuidar mais de ti. Mas não é que seja por isso, vais aprender a amar-te do jeito que és e vais acabar por tomar conta de ti. Sabias que mudei os hábitos alimentares e tenho tido bons resultados? Um dia ainda seremos gostosas. Enfim, esquece esse diário onde escreves porque eu já me ri muito com ele e temo que também te vás achar ridícula e ninguém precisa disso, não é mesmo? É bom que exponhas todas as tuas inseguranças na escrita... mas, queima. Escreve e queima.

E as raparigas que andam contigo na escola e tu detestas porque te fazem a vida negra? Esquece-as. O tempo passa e logo vais te ver livre delas e conhecer novas pessoas que te vão trazer alegrias, momentos bons e que agora me provocam uma nostalgia tal. Vai ser das melhores fases da tua vida e quando tiveres bem lá no alto, vais cair, despencar. Vai acontecer-te algo que vais levar para o resto da tua vida.

A Dona Rosa, cuida bem dela. Ajuda-a em tudo o que for preciso e dá-lhe o apoio mais que necessário. Quando tiveres 16 anos, vais receber a notícias de que ela sofre de cancro e os próximos 9 meses vão escrever uma mudança na tua vida. Se calhar não devia te preparar para isto porque não há preparação possível mas hoje, com a minha idade, vais sentir-te triste cada vez que pensares que por teimosia tua ou por ser, simplesmente, a "idade da parvalheira" respondias à tua mãe com tudo menos carinho e mesmo que fizesses as coisas por ela, era sempre de cara fechada. Afinal, era muito mais gratificante ficar no computador a jogar Sims do que cuidar da casa e era muito melhor sair de noite do que ficar encarregue do jantar e de todas as outras lides domésticas. Vais arrepender-te. Por isso, Catarina, quando a nossa mãe te pedir alguma coisa, faz. Sem resmungos, sem zangas, sem crises de "Sou sempre eu a fazer tudo". Põe na cabeça que chega uma hora em que deves cuidar de quem já cuidou de ti. A D. Rosa vai falecer e tu vais ser a primeira a saber disso e nos próximos anos, vais sofrer com a ideia que, talvez, a nossa mãe partiu sem se sentir orgulhosa de ti. Mas, espero que saibas, que pela minha experiência, a nossa mãe deve sentir-se sim, orgulhosa. Hoje em dia, serás o oposto dessa fase e vais ver que fazes mais pelos outros do que por ti mesma. E olha, arrumar a casa é um prazer, vais adorar comprar coisas no mercado e experimentar produtos de limpeza novos.

Se te vais apaixonar? A sério, a sério só quando tiveres perto de 20 anos. Antes disso, vão ser paixonetas quando te confrontares com a ideia de amor a sério. Mas nem quero falar sobre até porque temos 25 anos agora e eu ainda padeço disso. Mas sim, vais amar e ser amada. Aliás, vais descobrir com o tempo que tens uma personalidade cativante e tens um charme que arrebata corações: só o teu que não é tocado da mesma forma e vais acabar por machucar alguns corações. O mais importante é que vais entender que o amor simplesmente surge, dói, engrandece, cura e não escolhe o que quer que seja.

Vais concluir a universidade e vais trabalhar no restaurante do nosso pai (continua a cuidar bem dele como cuidas) enquanto não dás um rumo certo à tua vida. O bom disso é ver como consegues conciliar tudo a que te propões e nada troca a realização de tu mesma poderes concretizar os teus planos. Sabias que vais pagar os teus próprios estudos? Tudo o que compras e sem dar explicações? Sabias que vais conseguir planear e concretizar uma viagem inteira de um mês ao Brasil e vais adorar a experiência e sentir que estavas em casa? Pois é, Catarina, aquelas fotos de dois anos lá no Cristo Redentor vão ser história quando as substituíres por ti mesma, de 24.

Não sei mais o que te dizer. Até sei mas espero que continues a viver a tua vida com essas surpresas todas, a ideia de que acontecem só cagadas mas continuas a sobreviver (e a viver). No geral vais ser feliz e ainda vais continuar sonhadora com um futuro brilhante e, acima de tudo, harmonioso. 

Até breve!

Esta publicação foi inspirada numa publicação no blogue "One Girl in the Bookstore".

segunda-feira, outubro 05, 2015


O que eu tenho que entender e aceitar é que não posso ser consertada pela mesma pessoa que me me quebrou. Ou posso?

A vida não colabora. Ou colabora?

terça-feira, setembro 29, 2015

... quando eu já comprei toda a roupa que quero usar no Outono e continuam mil graus lá fora
... quando continuo a esquecer-me do telemóvel no trabalho e fico aqui a pensar se realmente ele lá ficou esquecido, ou roubaram, ou perdi, ou whatever
... quando chego a casa e tenho roupa para estender, máquina para encher
... quando estou cansadíssima mas tenho mil e quatrocentos pensamentos na cabeça e não consigo dormir
... quando as minhas encomendas online estão para chegar numa sexta-feira à tarde e obviamente os correios vão só entregar na próxima semana
... quando sinto uma dor no dedo do pé e, ao tirar a bota no final do dia, verifico que a meia esteve rasgada e por esse detalhe passei o dia em sofrimento
... quando estou a fritar bacalhau e queimo os dedos e o braço
... quando tiro uma roupa das cordas, uso e sujo a peça uma hora depois 
... quando sinto que tenho tanto o que escrever e compartilhar no blogue mas falta a inspiração e o saber em como colocar isso em palavras
... quando vou toda refilona tentar ficar com o cabelo roxo e o pigmento vermelho é um inferno para ser retirado

A vida colabora,

... quando no meio de toda a cagada, as coisas vão funcionando. E eu vou sobrevivendo. 

Improvável

quinta-feira, setembro 24, 2015

Quando entrei no mundo dos blogues, confesso, queria todo aquele "jabá" de receber presentes das marcas e poder fazer resenhas para os leitores e mais um monte de coisas. Quando deixei de querer isso e por mais humilde que o Une Tulipe Jaune seja, as coisas apareceram. Não estava nada à espera de, quando entrei no meu gmail que é mais parado que o semáforo vermelho ao pé da Igreja do Carmo, ter um e-mail por ler de uma empresa - vou já dizer que é americana - interessada em enviar-me um produto da sua marca para eu fazer uma resenha pelo meu blogue, honesta, é claro. Obviamente aceitei porque é relativo a uma coisa que eu queria muito experimentar e até já tinha pensado em investir, um dia e também porque não tenho nada a perder. O mais gratificante é mesmo receber esse feedback, mesmo sem saber como, mesmo tendo apenas um pouco mais que uma centena de seguidores (obrigado a cada um!), mesmo não postando todos os dias e ser ausente. Talvez não merecesse mas... se me procuraram é porque viram alguma coisa em mim, certo? E então tenho é que aproveitar as chances que a vida me dá. 


E a vida?

terça-feira, setembro 15, 2015

O último fim-de-semana foi deveras atribulado e trabalhoso mas, apesar disso, correu tudo bem e seria impossível ter sido melhor do que foi. A cidade de Braga recebeu o evento da Noite Branca - que desnecessariamente se prolongou por 3 dias e 2 noites este ano - e eu faço parte das pessoas que não aproveitam o evento para se divertir mas sim para trabalhar. Contudo, por ter corrido tão bem este ano... ainda deu vontade - mesmo que muito pouca - de ir dar uma volta pela cidade vestida de branco. 

Infelizmente, esta semana começou com chuva. A minha pacata cidade está em alerta vermelho até ao fim-de-semana e, credo, como eu detesto tempo chuvoso. Ainda aguento o friozinho (mal, mas aguento) mas a chuva e para quem tem que sair de casa é terrível. Custou-me tanto a sair da cama hoje de manhã que nem consigo expressar. Sem falar que já me custou a adormecer e tive que pôr um cobertor na cama para conseguir aquecer... mas bem, detalhes.


Quanto ao resto da vida, tenho a dizer que já comecei a enviar e-mails (ok, Catarina... enviaste 1 e-mail!) e a procurar opções para fazer mestrado em universidades brasileiras. Quero saber o que é necessário, como é o processo selectivo para o estrangeiro e também colocar na mesa todos os pontos a favor e contra para poder planear-me nesse sentido. Quando concluí a licenciatura, percebi que estou livre e agora preciso só de saber onde e ao quê agarrar-me para continuar nesta sobrevivência diária. Quando falei ao meu pai que penso em fazer mestrado no Brasil ele perguntou "Mas vais deixar-me?" e eu respondi-lhe que podíamos nos mudar todos para o país tropical. Ao menos iríamos estar mais perto da maior parte da família e, bom, criar laços familiares é importante... não? Mas sério, ainda não sei o que fazer mesmo com o meu futuro.

Digamos que, de futuro bem próximo estou a planear a minha lista de compras para o tempo frio: quero uma parka, quero camisolas quentinhas, calças que as minhas estão a ficar largas (será que vai ser desta o adeus ao número 18 da Primark em calças?!) e um par de botas estilo as últimas que comprei que oh, estão a ser a minha salvação no dia chuvoso de hoje. 

Tenham um resto de uma excelente semana.  

Relações Internacionais: check

sexta-feira, setembro 11, 2015

Numa altura em que todos falam dos cursos nos quais foram colocados, eu e com todo o orgulho de mim mesma, anuncio que a minha etapa de licenciatura acabou. Consegui. Estou licenciada em Relações Internacionais pela Universidade do Minho. 

Faz pouco mais de um ano que, após ter parado por dois anos os meus estudos para poder trabalhar e juntar dinheiro, fiz a minha candidatura por reingresso e foquei-me no objectivo de finalmente concluir a licenciatura e deixar essa etapa da vida concluída. Foram precisas muitas batidas de martelo na minha cabeça e apoio para me fazer voltar a estudar e perceber que, sim, uma licenciatura faz falta para poder lançar-me no mundo. Foram precisas lágrimas, foi preciso ajuda de pessoas queridas e familiares e foi preciso um comprometimento comigo mesma: eu volto, mas volto para conseguir acabar o curso. Foi o meu primeiro objectivo de 2015: tornar-me licenciada em Relações Internacionais e tenho imenso orgulho em dizer que consegui. Dediquei-me, fui obrigada a conciliar o estudo com o trabalho full-time e só uma tarde de folga e ainda o governar de uma casa. Junto a isso, uma relação à distância marcada pelos fusos horários diferentes e noites mal dormidas e dores no coração. Não foi fácil mas o que eu sinto agora no meu peito é de forma tão gratificante que dei por mim a chorar. Sou assim emotiva como o caraças. 

Ter esta licenciatura marca uma nova etapa na minha vida e eu sinto já as portas todas a abrir-se para mim. Será que procuro um novo emprego, será que deixo os meus pés levar-me a outros lugares e procurar fazer um mestrado em outro país ou será que procuro enriquecer o meu intelecto e mergulho em outra etapa de estudos e procuro fazer novos cursos? Sei apenas que, na mesma situação, não vou ficar. Aprendi que posso e consigo conciliar tudo e que não sou uma mulher de ficar agarrada a uma só coisa e nem sirvo mais para estar parada em casa e à espera que as coisas caiam do céu. Cresci tanto desde Setembro do ano passado; dou valor ao que não dava em antes e sei que esforço pode sim ser compensado. Consegui por mim mesma; trabalhei para pagar este ano do curso e consegui. Construí a entrada para o meu futuro e agora dei o primeiro passo. E assim a caminhada continua... e eu espero que o fim seja ainda mais feliz do que está a ser esta sensação de dever cumprido.

Beleza

Urban Decay Naked Smoky

domingo, setembro 06, 2015

No que toca à maquilhagem, eu gosto de investir em produtos bons e com a certeza que os vou usar (e abusar). Já lá se vai a época em que eu comprava tudo o que me aparecia à frente só para aumentar a colecção e deixava ali o dinheiro parado.

Há coisa de uns quatro ou cinco anos começou aquele reboliço todo em volta das Naked da Urban Decay. Não vou mentir, eu fui uma das que ficou com tanta vontade de comprar a bendita que parecia que me consumia por dentro. Mas eu não podia, não ganhava o meu dinheiro e também não ia fazer com que as pessoas me oferecessem. Ainda bem que não comprei. O dinheiro da paleta deu para investir em coisas que gosto mais e, para ser honesta, eu já tinha mil paletas neutras e não precisava de mais nenhuma. E isso aconteceu com as Naked Basics 1 e 2, Naked 2 e Naked 3. A minha forma de pensar mudou tanto que facilmente dispensei-as. Eu já tinha aquelas cores e eu não gosto de tons rosados nas sombras. Ia investir uma nota em algo que não usaria? Não.

Contudo, agora que saiu a Naked Smoky a história mudou. Pela primeira vez uma paleta da gama Naked da Urban Decay conseguiu arrancar-me suspiros. Achei-a a companheira perfeita para a minha Chocolate Bar da Too Faced e para a Nude 'Tude da The Balm, que são as queridinhas de sempre. (Perdão ao resto das minhas paletas abandonadas dentro da gaveta, snif...)


Primeiro de tudo, a embalagem é qualquer coisa. A UD reformulou a embalagem das gama Naked e este tipo de plástico é mil vezes mais bonito, seguro, compacto do que lata. Não é de ficar linda que só ela na minha cómoda à espera das manhãs para me maquilhar?


Segundo, as sombras da paleta. É composta por 12 sombras. 4 bem brilhantes, 4 com acabamento acetinado e 4 mate. E os tons são diferentes de todas as outras Naked, fogem dos castanhos e dourados e trazem os cinza, os azulados e os roxos. Portanto, são tons mais frios e era exactamente o que faltava na minha colecção de sombras que uso. 

Tem sido a minha companheira de todos os dias desde que a comprei, na Sephora, e já tenho algumas notas a fazer a respeito da paleta.
As sombras são muito pigmentadas, dispensam bem o primer, são fáceis de esfumar e ficam o dia inteiro na pálpebra. Eu fiz um teste em que me maquilhei às 7h da manhã e quando fui a desmaquilhar, perto da meia-noite, elas tinham acumulado um pouco de nada nas linhas das pálpebras. 16horas maquilhada e praticamente intacta a maquilhagem? Super aprovada.

Mas nem tudo são flores e estas sombras têm um pequeno probleminha. São muito poeirentas. Quando tento carregar a sombra no pincel, sempre parece que forcei o dedo com o tanto de produto que se desprende. E depois, se não se tiver o cuidado, acaba-se com as bochechas cheias de sombra devido ao "fall out". Eu não costumava fazer os olhos antes da pele mas sempre que vou usar a Naked Smoky lá tem que ser. Mas isto é uma coisa de nada comparada à pigmentação e ao acabamento lindo e à durabilidade que as sombras proporcionam. 



Esta é a minha primeira experiência com a Urban Decay e não podia estar mais satisfeita. O preço dela ronda os 51 euros porém comprei-a em desconto por pouco mais de 40 euros; o que vale bem mais a pena. Por último, a paleta também acompanha de um pincel duplo que é bastante útil e faz o trabalho de esfumar perfeitamente e, o lado oposto, de pequenos detalhes ou até para esfumar o eyeliner ou sombras na linha de água, consegue um efeito muito bom. No entanto, eu ainda continuo a preferir o meu kit da Zoeva. 

Qual a vossa paleta de sombras favorita? Ou quais? 

sexta-feira, setembro 04, 2015


Como seria de esperar, Setembro já começou melhor do que o mês anterior. Agora a ver se se mantém deste jeito. Sabem que mais? Amanhã - sim, no sábado às 9h da manhã! Vou ter que acordar tipo 7, que desespero - tenho o meu exame da época especial àquela cadeira que ainda não me deixou ser licenciada em Relações Internacionais. Estou receosa e não me sinto tão confiante como deveria mas... Que venha o que tiver que ser. Tudo acontece por uma razão, não é mesmo? Possa ser que ainda não esteja na hora de eu licenciar e o universo e destino queiram que eu fique mais um ano na Universidade (embora que, vamos combinar, se for para ficar mais um ano por causa de uma só unidade curricular, o o universo e o destino que se lixem. Para não dizer outra coisa). Sei que ainda não me inscrevi na universidade, de novo, mas tenho até ao dia 8 para o fazer... Será que o professor vai já ter corrigido o exame para eu saber o que fazer com a minha vida?! Ai. Setembro ainda tem de reserva as noites da "Noite Branca" que só por si só são a coisa mais stressante de sempre para mim, que trabalho na restauração. Odeio. Quero logo o meio do mês para saber o que me reserva. Mas bem, estou bem. Boa sorte para mim amanhã que vou enfiar aqui a cabeça nos estudos. 

Livros e leitura

A rapariga no comboio

sexta-feira, setembro 04, 2015

Livros que andam pela ribalta nunca são o meu calcanhar de Aquiles. Sempre tenho medo de criar grandes expectativas e depois deprimir com a tamanha desilusão. Contudo, "A rapariga no comboio" chamou-me a atenção. Para ser sincera, comprei-o para oferecer a quem se interessasse mais por este género policial e thriller mas, às tantas, dei por mim a querer ler o livro e assim foi. Mil perdões.

Eu não agarrei o livro, ele quem me agarrou. Foi a minha desculpa para manter a luz acesa durante a noite por mais tempo, no quarto e também a minha pausa entre os estudos para ler mais um capítulo ou dois. 

As personagens principais são 3 mulheres. A Rachel, a Anna e a Megan. O livro é narrado por datas, como se de um diário se tratasse e através dos 3 pontos de vista destas personagens. A Rachel é alcoólica, a Anna é a gaja que nenhuma mulher quer que exista, aquela que chega e torna-se amante do marido e acaba por se casar com ele e constituir família e... a Megan, é a personagem que desaparece na trama - e os seus pontos de vista são narrados antes do seu desaparecimento. E depois têm as personagens secundárias como amigos, psicoterapeuta, maridos e os detectives.

O que atrai? Que todas as personagens são desconfiáveis. O álcool que a Rachel toma deturpa as coisas, a raiva de ser a culpada do fim de um casamento também torna as coisas complicadas e ler os segredos da Megan - antes de desaparecer - deixam o livro todo mais interessante e com vontade de descobrir logo, logo... ora se a Megan fugiu, se foi raptada, se assassinada. O que raio lhe aconteceu?

O clímax desta história contada cronologicamente e cheia de desconfianças, acontece perto do fim e ora os leitores saem surpreendidos ora saem com a mesma sensação que eu: não me faltou a surpresa, é claro, mas tinha sempre algo que não parecia bater certo com aquela personagem então estava praticamente à espera que o meu palpite estivesse certo. E estava. Mas não é o "fim" que faz o livro ser bom e fantástico. É toda a forma como está escrito e fez com que ficasse agarrada e me deixasse a pensar nele durante o dia. E ainda penso! Porque nem sempre tudo é o que parece ser.

Recomendo. Penso que a maior parte já deve ter lido este livro de Paula Hawkins... mas se não o fez, faça. Vale a pena.

Ps: Não coloquei imagem na publicação porque tive preguiça de fotografar.

Beleza

The new beauty department by H&M: Não e não

domingo, agosto 30, 2015

Como tinha mostrado no instagram, eu comprei um dos produtos da nova linha de maquilhagem da H&M. Um batom liquido mate "Velvet lip cream" na cor Screen Siren que é lindíssima, sim senhor. Mas a qualidade... 

Talvez seja uma opinião (e decisão) precipitada e ainda estou a basear-me num só produto mas... não vou investir mais. Se não sabem fazer um batom mate em condições, o que dirá do resto? É uma marca de loja de departamento e os preços que pratica são caríssimos, também. Seis euros por uma sombra unitária? 10 euros por um batom clássico? 

O batom que comprei foi a maior decepção da minha vida (tá, a maior decepção da minha vida durante esta semana) e os oito euros pior gastos de sempre: A aplicação é terrível e fica toda manchada e, não obstante, em 20 minutos e só por falar ou sorrir o batom descasca, deixa os dentes cheio de restos esfarelados. Enfim, desfaz-se. Ainda bem que ganhei 15 euros numa raspadinha para compensar o gasto desnecessário. Procurei pelo mundo dos blogues e no amigo Google sobre opiniões desta linha mas ainda são elas raras - presumo, no entanto, que em breve toda a gente vá falar disso - e a única que encontrei em relação aos "Velvet lip cream" sumariza tudo o que eu acho. Podem ver aqui mas sugiro que traduzam, hahaha


A mim não me apanham mais lá a comprar nada daquilo (graças que as roupas ó: continuam a corresponder às minhas expectativas e sou muito fã). Prefiro continuar a minha política de comprar qualidade e não apenas coisas para encher e só para dizer que também tenho. O saco, pelo menos, esse sim foi um amor! Mas não vale os 8 euros.

E vocês? Tinham intenção de comprar algum produto desta nova linha de maquilhagem da H&M?

sexta-feira, agosto 28, 2015


Hoje fazem 4 meses que estamos em Agosto e ainda faltam três dias para terminar este mês.

Tá foda

sexta-feira, agosto 28, 2015

Eu não costumo ver televisão e, muito provavelmente, já venho atrasadíssima para falar sobre. Durante o trabalho no restaurante ela está ligada e hoje até estive minimamente interessada naquele protesto dos lesados do BES e, bom, algumas notícias eu vou vendo. O resto, não "passo cartão". Cheguei em casa há coisa de uma hora e, como é usual, vou tirar a roupa das cordas, colocar outra no estendal e deixar mais uma máquina de roupa a lavar (vida de dona de casa) e o meu pai estava com a TV ligada, na SIC. Chamou-me a atenção um anúncio em que começaram a perguntar a umas raparigas como era o rapaz dos sonhos delas. 

Vi assim, com o olhar meio de canto, e senti os ouvidos sangrar com respostas como "alto, olhos claros"... mas, o pior, foi quando veio o remate de "O rapaz dos teus sonhos está aqui, fecha os olhos" e apresentam às miúdas um obeso de 117kg - do qual já esqueci o nome, perdão - e é visível a cara de decepção delas. Daí outro remate "Mas ele vai mudar!". Ok. Pode não ser o rapaz dos sonhos dela, de facto... Mas usar isso para fazer publicidade ao programa do "Peso Pesado Kids"? Desde quando e em que mundo, alguém tem que perder peso para parecer o "rapaz dos sonhos" de um bando de rapariguinhas idiotas? Além disso, onde é que alguém gordo não pode ser o rapaz dos sonhos de alguém? E, sério, meu Deus! É nisso que nos vamos basear para alguém querer, apenas e só, ser mais saudável?

Caralho - estou furiosa - eu sou gorda e como podem imaginar, este anúncio afectou-me. Tocou-me na ferida e deve tocar em todos os gordos do planeta por mais gorda feliz que eu seja. Já fui mais gorda, no entanto. Mudei e continuo a mudar porque quero ter uma maior qualidade de vida e poder desfrutar dela como melhor posso e não para ser a rapariga dos sonhos de alguém. Até porque isso nunca foi problema; o único problema era alguém ser dos meus sonhos MAS nunca porque é "gordo" e pesa 117kg. 

Que mancada, SIC. Em vez de apresentarem argumentos lógicos e factuais como os problemas que a obesidade acarreta (ou poderá acarretar no futuro como hipertensão, diabetes, colesterol, dificuldades de locomoção) ou até apresentar experiências más que os gordinhos da vida sofrem como, ora bem, a roupa servir mal; deixar de sentar numa cadeira de plástico porque tem receio que vai partir ou deixar de sentar porque não cabe; ter o constrangimento do elevador quando ele aceita 4 pessoas mas o peso dele já vale por 2 e outras tantas situações que possam pesar na consciência da pessoa e procurar uma mudança de estilo de vida... NÃO. A ideia deles é criar o rapaz dos sonhos de um bando de crianças porque o mundo em que vivemos é mesmo esse: completamente fútil e levado pelas aparências.

Acho de louvar o programa da SIC, no entanto, em fazer com que os jovens procurem cuidar-se e serem mais saudáveis. Mas este anúncio foi qualquer coisa decepcionante, arrogante e muito gordofóbico. Peço desculpa a ti, que esqueci o nome e estás inscrito no programa e tiveste que passar por este absurdo durante o anúncio. Tá foda, melhor dormir


O armário

E novidades?

quarta-feira, agosto 26, 2015

Nesta última semana abri os "cordões à bolsa". Tudo bem, tenho os meus momentos e, não conseguindo resistir, deixei apenas cotão na minha carteira. Mas, sabem quando isso faz um bem ao espírito? Foi assim mesmo. Já comentei que ir às compras deixa-me feliz e comprar coisas com as quais fico realmente satisfeita, também. Tenho tentado fazer isso para ver se poupo mais um bocado em vez de, simplesmente, chegar e comprar porque me deu na telha. Além disso, a minha roupa está quase toda larguíssima (oh, bendita reeducação alimentar) e se não fosse pela Andreia linda que tem doado as suas roupas para mim - que também já não lhe servem por estarem grandes - eu teria que andar praticamente nua. Receber roupas de alguém que se veste diferente de mim, abriu-me a mente e dei por mim a experimentar coisas que eu achei que não usaria ou porque nunca tinha encontrado no número maior da loja, com cores mais divertidas mas, a última coisa que andava pela minha cabeça era o raio de uma camisa xadrez. Nunca que camisas tinham ficado bem no meu corpo mas, aproveitando os menos 20kg - e ainda faltam mais uns 30kg para ficar ó: maravilhosa - que a minha mudança de hábitos alimentares e de saúde me proporcionou, resolvi atender aos meus desejos. Encontrei a camisa xadrez na Primark e levei-a comigo e estou a sentir-me toda meigalinda.


Junto com a camisa xadrez ainda trouxe o top basiquíssimo, umas botas imitação da Timberland porque não sou rica para poder investir numas originais  e as calças de cintura subida e com um rasgão na altura dos joelhos. Mas isso depois eu mostro já que, outro dia, pela H&M também andei a fazer das minhas e lá trouxe duas peças que também são lindas. Mas se eu fiz apenas compras de roupa e calçado? Claro que não. Gastei duas notas n'O Boticário e uma na Kiko MakeUp, que não visitava tinha séculos. Mas isso fica para outra publicação se aqui a Catarina tiver paciência e tempo para andar a fotografar as coisas. Enquanto isso, segue lá no instagram que faço aparições constantes por lá. 

Up

segunda-feira, agosto 24, 2015

Olá? O blogue anda meio parado, de facto. O meu tempo está curto e quando dou por mim já é de noite e quero mais é descansar, ver um capítulo d'O Clone - sim, estou a rever a novela da minha pré-adolescência - ou de uma série qualquer e então dormir. Nem tenho tido tempo de acabar o livro que estou a ler "As Confissões de Catarina de Médicis" pelo qual estava apaixonada e agora sinto, depois desta ausência de leitura por alguns dias, nenhuma vontade de pegar nele embora só faltem menos de uma centena de páginas. A pensar nisso tudo, decidi mudar o layout do blogue e estou a trabalhar no mesmo e a gostar cada vez mais dele, mesmo não sendo nada de inovador e super diferente do que por aí se vê. Pois é. Junto com a mudança do layout, virá uma header mas ainda estou com a cabeça em papa para poder pensar em algo que me agrade. Nesses dias, pensei em mudar o nome do blogue mas lá cheguei à conclusão que depois de mais um ano assim... deixa ficar. Eu continuo a amar tulipas amarelas, não sei é se continuo com muita fé neste nome francês. Vou tentar actualizar mais este bendito e também renovar o seu espírito: além dos meus posts de pseudo-diários melancólicos, pretendo incluir outros temas e voltar com as publicações de músicas, sobre filmes, sobre séries e sei lá eu que mais. Também sobre produtos que tenho usado, qual o perfume do momento e por aí vai. É claro que isto vai exigir de mim muita mais paciência e dedicação mas depois da primeira quinzena de Setembro e, se tudo correr bem, vou estar muito mais liberta e com todo o tempo do mundo (ou quase isso) para continuar este meu cantinho do mundo blogosférico. Enquanto isso, continuem por aí, por favor. 

terça-feira, agosto 18, 2015


Já passou metade deste mês e  devido à falta de tempo que tenho tido não me foi possível ir até à praia, tomar banho de mar. Fui ao rio, duas vezes. A piscina, nem vê-la de perto. Se não fosse o início do ano nas praias brasileiras, acho que 2015 seria um ano sem cabelo com sal e areia nos meus pés. Está certo que o Verão ainda não terminou mas... duvido muito que a situação se altere e me deixe gozar - por menos que fosse - uma tarde na praia.

terça-feira, agosto 18, 2015


Como já tinha referido por aqui, não concluí a minha tão esperada licenciatura em Julho aquando a época de exames. Deixei uma cadeira para trás: Análise das Relações Internacionais II. Como finalista, pude inscrever-me na época especial de exames em Setembro. Estou oficialmente inscrita. O trabalho aqui no restaurante tem sido demasiado, estou cansada e estou também com a cabeça (e o coração apertado) cheia de problemas que não me deixam capacidade e nem vontade de começar a trabalhar no estudo. Mas... tenho que achar uma forma qualquer. É necessário. Tudo bem que pode correr mal mas não pode ser por falta de estudo ou de preparação. É o meu melhor projecto, no momento, ter o diploma de licenciada e poder começar a abrir portas para outros projectos em mente que também seriam muito bons. I need to focus. 

sábado, agosto 15, 2015


O mês de Agosto está a ser um quanto desgosto. 

O meu cabelo vermelho

domingo, agosto 09, 2015

Em Maio decidi perder o medo e arriscar em pintar o cabelo de vermelho. Era um desejo que tinha há algum tempo mas não conseguia arriscar nem sozinha - tinha medo de comprar uma tinta errada e deixar o meu cabelo com cor de sabe-se lá o quê - e não tinha encontrado um salão de cabeleireiro que me passasse a confiança necessária para poder fazer isso. Mas de uma coisa eu sabia, eu não queria descolorar o meu cabelo por nada desse mundo. O meu cabelo é super fino e passar por uma descoloração total era para matá-lo. 
Em Abril conheci o White Studio - um salão de cabeleireiro unissexo em Braga - e apaixonei-me pela equipa, pelo espaço e pelos resultados do meu corte de cabelo que havia feito na época. Não há nada como ir num salão onde eu diga "Corte 1 dedo" e realmente ser cortado um dedo e não uma mão inteira, hehehe. Bom... Quando conversei a respeito de pintar o cabelo de vermelho, encontrei as respostas às minhas dúvidas e no dia 2 de Maio - sim, eu sou dessas estranhas que lembra as datas de praticamente tudo - pintei.

Tive que pesquisar muito antes de tomar esta decisão porque ele consegue ser lindo e brilhante e cheio de vida até 4 lavagens; após isso... vai perdendo a cor. É difícil investir numa ida a um salão de cabeleireiro para ver o dinheiro pelo ralo abaixo enquanto tomando duche, certo? Então é preciso saber de uma coisa e ter bem a noção disso: cabelo vermelho fica caro. (Mas fica lindo também então releva!)

O meu cabelo estava castanho escuro com umas madeixas acobreadas (que iam ficando amareladas e horrorosas à medida que o tempo passava) que eu tinha feito em Setembro de 2014. Estas já estavam próximas da orelha, ou seja, a minha raiz estava natural e o resto do cabelo meio pintado de castanho com aquelas madeixas. Tinha medo do cabelo ficar manchado ou a tinta vermelha não pegar, então, a primeira coisa que eu pedi para fazer foi: uma madeixa de teste. Este teste numa madeixa de cabelo é só das coisas mais importantes que devem ser feitas. Ela vai servir para testar a cor - se fica manchada, se não pega, como fica o tom - e como o cabelo vai comportar-se com a tinta... se vai ficar seco, quebradiço, elástico, etc..
O meu teste correu bem e então foi aplicado no meu cabelo uma tinta 6.66 junto com um intensificador de vermelho para trazer aquele tom vermelho forte. O certo é que o meu cabelo ficou vermelho, sim... mas não o vermelho que eu queria, que seria mais vivo. Mas o que eu esperava se não queria o cabelo descolorado? Então foi só ter paciência.
Quando precisei de retocar a raiz e refazer a pintura, voltei a aplicar o tom 6.66... mas, na última vez que fui, já em Agosto, subi para um 8.66 e consegui aproximar-me do tom desejado. Aliás, posso muito bem afrmar que é o tom que mais gosto e vou manter. Não sei se vermelho mais garrido iria ficar bem até porque ia "brigar" muito com a minha sobrancelha que, até entretanto, recuso-me a pintar pois eu gosto do contraste da sobrancelha escura com o cabelo. Além disso, eu não estou a tentar parecer ~ruiva natural~. Até porque ninguém nasce com cabelo vermelho puro. A minha intenção é dizer mesmo: pintei de vermelho e adoro!

sexta-feira, julho 31, 2015


Julho não foi o melhor mês deste ano. Esperava mais dele, esperava mais tempo livre, esperava dias de praia e de paz mas tive tumultos e nem cheguei a pisar descalça a areia que tanto gosto. Mas foi um mês onde existe um maior balanço positivo do que negativo e isso é que importa, no final. A minha licenciatura não ficou concluída este mês mas em Setembro e, com uma cadeira para a época especial de exames, pretendo terminar esta bendita. Contudo, fiquei muito feliz pelas notas daquelas em que passei que, mesmo não beirando os 20's - com excepção de Francês - souberam a isso e compensaram o esforço. Fiz vários deslizes nos meus hábitos alimentares mas consegui manter o foco (pois desistir não é uma opção) e, neste mês, embora a perda de peso não tenha sido a mais significativa, fiquei bastante contente com a redução de medidas no meu corpo. Seis centímetros na minha cintura? Foi fantástico. As noites foram melhores este mês, brindadas com tequila e shots de absinto e muita diversão e, por vezes, isto faz falta. Embora eu não seja a louca das noitadas (ou não sou mais como era há uns 4/5 anos atrás), reconheço que adorei sair do bar com os pés trocados e acabar a noite no Grab&Go a comer hambúrgueres. 

Agosto chega logo. Anseio pela praia, pelo alcançar de novos objectivos, pelo resolver de problemas e os tumultos que se geraram no mês velho e pela paciência de me dedicar ao estudo para a derradeira prova de Setembro. E claro, pela paz do meu coração.

sexta-feira, julho 31, 2015


Vamos combinar? Chamar-me de princesa é só a coisa mais ridícula de sempre. Eu sou uma rainha.
Nota para o tosco que passa por mim na rua e decide comentar sempre "Olá, princesa!". 

domingo, julho 26, 2015


Os meus domingos são quase sempre a mesma coisa. Resumem-se a ir trabalhar no restaurante só na parte dos almoços, ir ao mercado fazer as compras para casa, chegar a casa e limpar e arrumar a casa e então, finalmente, descansar esparramada na cama e de onde não queria ter saído desde cedo. 

quarta-feira, julho 22, 2015


Adoro músicas de piano. Gosto muito de guitarras mas o piano carrega aquela tristeza e sentimento que mais nenhum instrumento consegue copiar.

Saúde

Health | Água

quarta-feira, julho 22, 2015


Embora nunca tenha tido paciência para experimentar tomar água aromatizada com frutos, tenho orgulho de poder dizer que tenho cumprido o meu objectivo de beber pelo menos 3l de água mineral por dia. Toda a gente está cansadinha de saber que beber água é vital e os seus benefícios e, aproveitando o tempo quente em que sabe sempre bem beber alguma coisa, opto pela água e pelo esforçar-me em hidratar o meu corpo. E isto só se mantém quando ainda lembro que, depois de tomar um copo de refrigerante, é preciso trinta e dois copos de água para desintoxicar o corpo. E sei lá, se damos água às plantas porque temos que nos envenenar com refrigerantes e sumos industrializados? Não vou ser hipócrita: de vez em quando ainda não resisto a um Ice Tea... mas vou me empenhando em beber cada vez mais água. É melhor e não tem sido difícil, são só duas garrafas de 1,5l de água por dia. 

terça-feira, julho 21, 2015

Existe uma verdade sobre mim: só me entrego se completamente. Não consigo estar confortável, feliz, se não estiver toda eu: de corpo, alma, coração. Posso tentar mas arrependo-me. Não gosto de misturar sentimentos e não consigo dizer "gosto de ti, também" se não o sinto; se o meu coração prefere sangrar isso por outrem. A verdade é que não estou pronta, sequer, para me dar a outro alguém e tenho muito o medo de acabar por magoar quem parece querer-me bem. Ainda estou no meu sonho e presa a um passado, a um momento antigo, ao antes... que ainda me soa a um futuro e me deixa sonhadora. Invisto e insisto naquilo onde o meu coração me leva. Talvez não sejam a melhor direcção e caminhos a tomar mas é onde me sinto mais verdadeira e fiel a mim. Acho que se chegar a hora de "seguir em frente" vai ser porque o meu coração me dirá e fará com que eu sinta isso. Não forço mais. Eu sei onde quero estar. E sei também que não posso estar. E que nem mais desejada sou. Mas não vou, de modo algum, contentar-me com "estar por estar", "seguir por este caminho porque parece o certo". Prefiro me foder mais mil vezes e sair totalmente destruída - e tentar juntar de novo as pecinhas do meu coração partido - do que me agarrar ao desconhecido e sem sentir que quero ali estar; que ali pertenço.

terça-feira, julho 21, 2015


Perguntarem-me "Vamos sair para tomar café?" perturba-me. Sei que "tomar café" é uma gíria usada para sair para um bar ou uma esplanada durante a tarde mas, do café, eu só gosto do cheiro dele depois de os grãos serem moídos. O resto não e, se o tomar, dá-me náuseas. Não gosto de café e não, "Não vamos sair para tomar café porque eu não gosto de café". Ponto. 

quinta-feira, julho 16, 2015


Tenho mostrado ao mundo - aquele que me rodeia - as minhas cores verdadeiras. As claras, as escuras, as translúcidas e as opacas. E estou tão mais leve por isso.

quarta-feira, julho 15, 2015

Depois de mudar de casa e tinha eu 8 anos, sabia que algumas novas amizades faria mas não imaginaria nunca que houvesse uma que iria perdurar. Tinhas 6 anos, eu 8. Um pouco mais velha mas nada que afectasse as nossas brincadeiras de bolos de areia, junto com relva bem picada para fingir que eram os nossos oregãos nas pizzas (também de areia). Nem atrapalhou quando ver a Carlota Cambalhota nas suas cambalhotas, fosse o momento mais hilário do dia. Confesso, tive outras amigas além de ti, também. Mas nenhuma parecia tão boa e com o riso mais contagiante de sempre. A verdade nisto é que todas se foram, menos tu. Ficaste para brincar na minha casa, na rua, no parque. Ficaste para contarmos histórias de terror. Para brincarmos ao quarto-escuro e para me expulsar do computador e de ficar enfornada em casa para irmos aproveitar o Verão para o rio. É seguro dizer, até, que se hoje sei nadar (embora entre em pânico se souber que não tenho pé) foi porque me ensinaste e tinha eu 12 anos. E tu 10. Depois afastamos-nos. Quando eu cheguei na adolescência estavas ainda atrás e enquanto eu queria saber de brincadeiras menos infantis, tu querias ainda correr e brincar às escondidinhas. Mas não perdemos o contacto e o Verão continuava a ser junto contigo, nas tardes no rio, a nadar, a dar mergulhos e a conversar sobre tudo e sobre nada. Ainda te lembras da tua mãe falar que "é docinha?" E hoje em dia, se calhar, dizes a mesma coisa! (Piada interna) Na escola éramos primas sem nunca o sermos e havia também quem pensasse que fossemos irmãs. Talvez irmãs de alma, sim. Fizemos parte de coros juntas, gravamos mil vídeos, crescemos. Quando dei por mim estava com 18 anos e tu 16. Os primeiros amores, a primeira vez, a vez que fumamos na varanda como se estivéssemos a cometer um crime. E depois as saídas. A primeira vez que fomos a uma discoteca, as vezes em que bebias demais e ficavas com voz estridente, as vezes em que abanavas a cabeça negativamente enquanto eu me metia com algum gajo. A vez em que juntas conhecemos um grupo de 5 ou mais rapazes e decidimos ir para Ponte de Lima, com droga no carro e com medo de sermos apanhadas. E nem vou falar da vez que estiveste presente aquando a infelicidade do falecimento da minha mãe e como choraste, até mais do que eu, por saberes que estava triste. E como me fizeste rir nesse dia. Também já discutimos algumas vezes mas, felizmente e porque não somos idiotas, não íamos deixar que uma briga por causa de nada fosse estragar isto que temos. Sempre me compreendeste e se não compreendidas de primeira, aprendias a compreender. E se alguma vez me julgaste, ao menos não me condenaste... embora eu não consiga lembrar de um momento em que o tenhas feito. Resistimos a boatos, a mentiras e a outras que tentaram - de alguma forma - nos afastar. O facto é que agora tenho 25 anos. E tu vais fazer 23 em breve. E és a coisa mais preciosa que tenho. O que é forte prevalece. São quantos anos? Isso mesmo, quase 20 anos. 20 anos não é pouca bosta. 20 anos não é uma amizade de 2 meses e que merece textos bonitos e "nunca te vou abandonar". 20 anos é uma vida e eu sou feliz por compartilhar a minha com a tua: na alegria, na tristeza, na gordura, nas dietas, nas fofocas (o que seria de mim sem ti para falar mal de todo o mundo?), nas loucuras, nos momentos mais criança e também nos momentos em que temos que agir como as adultas que somos. 

Um obrigado, Andreia.

Foto de 2012, quando fiz 22 anos. Tinhas franja, eu tinha madeixas loiras.